A gestão da saúde pública em Rio Bonito enfrenta desafios contínuos, como a necessidade de otimizar processos, integrar tecnologias e qualificar o cuidado ofertado à população. Em 2025, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) iniciou uma nova etapa gestora com uma equipe comprometida, consciente das lacunas existentes em capacitação contínua, aprimoramento de processos e promoção da inovação. Nesse contexto, surge o projeto “Base Forte, Saúde que Floresce”, concebido como uma proposta estruturante para esse novo ciclo. Trata-se de uma iniciativa impulsionada por um movimento de transformação de dentro para fora, centrado no desenvolvimento de competências da equipe, na adoção de tecnologias e na melhoria dos processos internos. A partir do diagnóstico das capacidades institucionais e da identificação das áreas prioritárias de intervenção, as ações vêm sendo alinhadas a uma lógica de planejamento estratégico, com foco na mobilização da equipe e no aprimoramento da gestão. A iniciativa busca valorizar o potencial dos profissionais e promover mudanças concretas na organização do trabalho, com impactos esperados na qualidade da atenção em saúde no município.
Objetivo
Descrever o projeto de fortalecimento da gestão de Rio Bonito/RJ.
Metodologia
O projeto foi elaborado no período de fevereiro e março de 2025, pela equipe de planejamento da Secretaria de Saúde de Rio Bonito/RJ. Ele é sustentado pelos pilares de pessoas, processos, inovação, comunicação e tecnologia, que representam a essência da gestão que se busca desenvolver. Essa essência é materializada por meio de quatro etapas estruturadas que compõem o método do projeto, com foco na potencialização da equipe de gestão, melhoria de processos e integração de tecnologias.
1. Diagnóstico e Planejamento Estratégico: alinhamento inicial, condução do diagnóstico situacional, estabelecimento de eixos prioritários e definição de ações. Esta etapa permite a mobilização e alinhamento da equipe estabelecendo propósitos para a construção de um propósito.
2. Capacitação e Desenvolvimento: formação de grupos de trabalho com enfoque no desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais para a organização do processo de trabalho interno na SMS, possibilitando abertura para soluções inovadoras.
3. Melhoria de Processos e Integração Tecnológica: Implementação de ciclos de melhoria contínua, metodologias ágeis para otimizar processos internos, adoção de técnicas para comunicação eficaz e integração de tecnologia para gestão de dados.
4. Implementação e Acompanhamento de Resultados: desenvolvimento da cultura de melhoria contínua e foco no resultado.
Assim, os pilares orientam e qualificam cada etapa, garantindo coerência e eficácia ao desenvolvimento do projeto.
Resultados
Os resultados do projeto consistem na estruturação e descrição de suas etapas, que desenham o caminho metodológico da gestão municipal de saúde. O alinhamento inicial com a equipe de gestão permitiu construir um propósito comum e mobilizar talentos, valorizando as pessoas como agentes da transformação. Em seguida, foi conduzido um diagnóstico situacional para mapear fragilidades e potencialidades, com análise documental, escuta qualificada e levantamento de dados. Com base nesse diagnóstico, foram definidas as ações dos seguintes eixos prioritários: gestão estratégica e planejamento; regionalização e governança; gestão do trabalho e educação permanente; controle social; vigilância em saúde; judicialização; logística e financiamento; dados e indicadores de saúde; e atenção à saúde. As ações foram organizadas em grupos de trabalho para realizar a implantação e melhoria contínua dos processos. Destaca-se a urgência na reorganização do financiamento; a necessidade de desenvolvimento de uma comunicação eficaz para fortalecer a troca entre os níveis estratégico, tático e operacional; a atuação efetiva nos espaços de governança; e a reorganização da atenção à saúde, promovendo o fortalecimento da APS, com foco nos macro e microprocessos da construção social e na adoção do modelo de atenção às condições crônicas. O projeto segue com monitoramento e avaliação contínuos ampliando a capacidade resolutiva e promovendo cultura de melhoria contínua.
Conclusões
O projeto “Base Forte, Saúde que Floresce” evidencia o esforço coletivo da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito para qualificar sua gestão, iniciada em 2025, com foco no planejamento estratégico, na valorização das pessoas e na inovação dos processos. A partir do diagnóstico situacional e da mobilização interna, foram desencadeadas ações concretas que integram diferentes eixos prioritários da gestão, fortalecendo a Atenção Primária e ampliando a capacidade de resposta da rede de saúde. A experiência tem gerado aprendizados valiosos sobre a importância do alinhamento institucional, da escuta qualificada e do uso estratégico de tecnologias. Os primeiros resultados indicam uma transformação sustentável e replicável em outros contextos municipais. A continuidade do projeto e seu monitoramento permanente apontam para o fortalecimento de uma cultura de gestão qualificada, capaz de produzir cuidado em saúde com mais eficiência, equidade e humanização.
A nova gestão da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito, iniciada em 2025, identificou uma oportunidade estratégica para aperfeiçoar seus processos internos, promover a inovação e fortalecer a Atenção Primária à Saúde. A ausência de uma cultura estruturada de planejamento, a fragmentação dos fluxos institucionais e a carência de espaços de escuta e desenvolvimento profissional mobilizaram uma equipe para a construção de uma proposta coletiva de fortalecimento da gestão. A partir de um diagnóstico situacional participativo, foram organizadas ações estruturadas com base em cinco pilares: pessoas, processos, inovação, comunicação e tecnologia. O trabalho técnico-científico intitulado “Base Forte, Saúde que Floresce: um projeto de gestão na secretaria de saúde de Rio Bonito” descreveu essa experiência em quatro etapas metodológicas — diagnóstico, capacitação, melhoria de processos e acompanhamento de resultados — com o propósito de transformar a gestão em um campo potente de cuidado e organização do SUS local. A experiência vem fortalecendo vínculos, promovendo uma cultura de melhoria contínua e criando bases sólidas para decisões mais comprometidas, comprometidas e participativas.
Os resultados do projeto consistem na estruturação e descrição de suas etapas, que desenham o caminho metodológico da gestão municipal de saúde. O alinhamento inicial com a equipe de gestão permitiu construir um propósito comum e mobilizar talentos, valorizando as pessoas como agentes da transformação. Em seguida, foi conduzido um diagnóstico situacional para mapear fragilidades e potencialidades, com análise documental, escuta qualificada e levantamento de dados. Com base nesse diagnóstico, foram definidas as ações dos seguintes eixos prioritários: gestão estratégica e planejamento; regionalização e governança; gestão do trabalho e educação permanente; controle social; vigilância em saúde; judicialização; logística e financiamento; dados e indicadores de saúde; e atenção à saúde. As ações foram organizadas em grupos de trabalho para realizar a implantação e melhoria contínua dos processos. Destaca-se a urgência na reorganização do financiamento; a necessidade de desenvolvimento de uma comunicação eficaz para fortalecer a troca entre os níveis estratégico, tático e operacional; a atuação efetiva nos espaços de governança; e a reorganização da atenção à saúde, promovendo o fortalecimento da APS, com foco nos macro e microprocessos da construção social e na adoção do modelo de atenção às condições crônicas. O projeto segue com monitoramento e avaliação contínuos ampliando a capacidade resolutiva e promovendo cultura de melhoria contínua.
Recomenda-se iniciar com um diagnóstico participativo que envolva todos os níveis de gestão, monitorando as capacidades locais e mobilizando a equipe em torno de um propósito comum. Estabelecer pilares orientadores (como pessoas, processos, tecnologia, inovação e comunicação) contribui para dar coerência às ações. A construção de grupos de trabalho com horários protegidos, o uso de metodologias ágeis e o investimento no desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais fortalecem o protagonismo institucional. É fundamental garantir a escuta ativa, a pactuação coletiva e o acompanhamento contínuo dos processos. Mais do que implantar uma prática, trata-se de cultivar uma cultura organizacional voltada à melhoria contínua e ao cuidado com as pessoas — tanto profissionais quanto usuários.
Centro Administrativo (Rodovia BR 101, Km 266, na Praça Cruzeiro)
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