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Ovitrampas: método de captura do vetor monitora áreas vulneráveis para transmissão da dengue

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Foto: Genilton Vieira / Acervo: Fiocruz Imagens

É de Agrestina, em Pernambuco, que surge uma experiência de geoprocessamento para o controle do Aedes aegypti. Para monitorar e avaliar a distribuição espacial do mosquito transmissor da dengue, da chikungunya, do Zika vírus e da febre amarela urbana, as chamadas arboviroses, foram utilizadas as ovitrampas (ou armadilhas de oviposição). Trata-se de um método de captura do vetor capaz de determinar a dispersão do Aedes aegypti. As ovitrampas foram instaladas em 35 pontos de sete bairros do município. As armadilhas eram georreferenciadas e substituídas a cada 15 dias, em um período de 12 meses, correspondendo a seis ciclos de investigação entomológica. O estudo, desenvolvido entre maio de 2016 e abril de 2017, permitiu identificar as áreas vulneráveis para a presença de focos do mosquito, bem como para a transmissão de arboviroses.

Para conhecer com detalhes esta experiência, destacada na seção Prática do Dia da Plataforma IdeiaSUS Fiocruz, clique sobre o título “Utilização do geoprocessamento e armadilhas de oviposição (ovitrampas) para o controle do Aedes aegypti no município de Agrestina“.

A Plataforma IdeiaSUS Fiocruz abriga mais de 3 mil experiências de saúde do SUS, sendo cerca de 60 práticas sobre a temática da dengue e outras arboviroses. Se você tem uma experiência para compartilhar, venha fazer parte do banco de práticas. Faça seu registro, criando senha e login, e preencha os campos indicados. Em seguida, a equipe IdeiaSUS avaliará o conteúdo para a publicação e você receberá informes sobre o andamento deste processo.

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