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A higiene das mãos é amplamente reconhecida como uma das medidas mais eficazes na prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde, sendo fundamental para a segurança do paciente e a qualidade do cuidado. No contexto da oncopediatria, essa prática assume ainda maior relevância, uma vez que crianças em tratamento oncológico apresentam imunossupressão, tornando-se mais suscetíveis a infecções oportunistas, infecção cruzada e complicações clínicas que podem comprometer a evolução do tratamento.
Promover a educação em saúde sobre a correta higienização das mãos e a prevenção da infecção cruzada, por meio de uma abordagem lúdica e interativa com teatro de fantoches confeccionados a partir de materiais recicláveis, sensibilizando usuários, acompanhantes e profissionais de saúde do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC/Ebserh) quanto à adoção de práticas seguras e sustentáveis. A iniciativa busca contribuir para a redução de infecções relacionadas à assistência à saúde e para o fortalecimento da resiliência institucional e comunitária frente aos riscos ampliados à saúde associados às mudanças climáticas, como ondas de calor, enchentes e períodos de escassez hídrica, que favorecem a disseminação de doenças infecciosas. A ação utilizou um teatro de fantoches confeccionados com materiais recicláveis, reforçando o compromisso institucional com a sustentabilidade ambiental e com práticas alinhadas à adaptação às mudanças climáticas no contexto dos serviços de saúde.
A proposta partiu da compreensão de que a higiene adequada das mãos é uma das medidas mais eficazes para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde e para a proteção de usuários e profissionais, especialmente em cenários de maior vulnerabilidade sanitária decorrentes de eventos climáticos extremos. Alterações no clima, como aumento da temperatura, chuvas intensas e períodos de estiagem, estão associadas ao crescimento de doenças infecciosas, astrointestinais e dermatológicas, ampliando o risco de infecção cruzada em serviços de saúde. Nesse contexto, a educação em saúde torna-se uma ferramenta essencial para fortalecer a resiliência dos serviços e das comunidades.
Além dos riscos inerentes ao ambiente hospitalar, fatores externos, como as mudanças climáticas — incluindo aumento das temperaturas, eventos extremos de chuva e períodos de escassez hídrica — contribuem para a maior disseminação de doenças infecciosas, especialmente gastrointestinais e dermatológicas, ampliando os desafios para o controle de infecções nos serviços de saúde. Nesse cenário, torna-se essencial fortalecer estratégias de prevenção e promover a resiliência institucional e comunitária frente a esses agravos.
Entretanto, a adesão às práticas adequadas de higiene das mãos ainda representa um desafio, sobretudo no público infantil, que demanda abordagens educativas específicas, acessíveis e atrativas. Diante disso, a realização de ações educativas com metodologias lúdicas e interativas surge como uma estratégia potente para sensibilizar crianças, acompanhantes e profissionais de saúde quanto à importância dessa prática.
Assim, a presente ação justifica-se pela necessidade de promover educação em saúde de forma inovadora e sustentável, contribuindo para a prevenção de infecções, a redução de riscos à saúde em contextos de maior vulnerabilidade e o fortalecimento do protagonismo das crianças no cuidado com sua própria saúde, especialmente no ambiente da oncopediatria.
Observou-se que houve sensibilização tanto dos profissionais de saúde quanto dos pacientes da oncopediatria, fortalecendo a resiliência comunitária e institucional frente aos impactos das mudanças climáticas, enquadrando-se na área temática de Iniciativas comunitárias de proteção da saúde diante das mudanças climáticas, ao articular educação em saúde, prevenção de infecções e sustentabilidade ambiental em um contexto de adaptação climática. Os pacientes participam ativamente das ações de educação em saúde, interagindo com os profissionais. Frequentemente, questionam os profissionais sobre a correta higienização das mãos, demonstrando engajamento e reforçando a importância da prática na prevenção de infecções
A experiência demonstrou que a educação em saúde voltada ao público infantil é altamente eficaz na sensibilização de crianças, familiares e profissionais de saúde sobre a importância da higiene das mãos e da prevenção da infecção cruzada. A utilização do teatro de fantoches com materiais recicláveis favoreceu o aprendizado lúdico, promoveu a participação ativa dos pacientes e estimulou a interação com os profissionais de saúde, consolidando comportamentos seguros de forma prática e divertida.
Observou-se que, ao participarem ativamente das atividades, as crianças não apenas internalizam a importância da higiene das mãos mas multiplicaram junto aos pais e responsáveis sobre a relevância desta ação.
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