favor seguir as recomendações abaixo:
O estudo aborda a percepção do cuidado humanizado na atenção domiciliar voltada a pacientes não oncológicos, considerando a coparticipação ativa entre equipe multidisciplinar, paciente e familiares no processo de cuidado. A pesquisa será desenvolvida no ambiente domiciliar, envolvendo pacientes em acompanhamento contínuo, seus familiares e profissionais de saúde, ao longo de um período estimado de 60 dias. A proposta busca compreender de forma mais aprofundada como se estabelecem as relações entre esses sujeitos e de que maneira essas interações impactam diretamente na qualidade da assistência prestada.
A motivação do estudo está fundamentada na necessidade de ampliar o entendimento sobre práticas de cuidado humanizado fora do ambiente hospitalar, valorizando a singularidade de cada paciente e o contexto em que está inserido. Além disso, pretende-se analisar como a comunicação, o vínculo e a corresponsabilização entre os envolvidos contribuem para a adesão ao tratamento, para o conforto do paciente e para a promoção de uma assistência mais integral, acolhedora e eficaz.
Este item deve conter um breve enunciado acerca da questão-problema que a experiência se propõe a investigar, incluindo a caracterização do cenário em que ocorre, com a descrição do local, período de realização e população-alvo. Também deve apresentar de forma clara a motivação que levou ao desenvolvimento do estudo, evidenciando sua relevância para a prática em saúde e para o fortalecimento da atenção domiciliar como estratégia de cuidado humanizado.
Objetivo Geral:
Avaliar a percepção do cuidado humanizado na atenção domiciliar em pacientes não oncológicos, considerando a coparticipação entre equipe multiprofissional, paciente e família, com foco na qualidade da assistência prestada e no fortalecimento do vínculo entre os envolvidos no processo de cuidado.
Objetivos Específicos:
Identificar como pacientes e familiares compreendem e percebem o cuidado humanizado no contexto domiciliar; analisar o papel da equipe multidisciplinar na promoção de práticas mais acolhedoras e integrais; avaliar o nível de participação do paciente e de seus familiares nas decisões e no planejamento do cuidado; e verificar os principais fatores que facilitam ou dificultam a efetivação da humanização na atenção domiciliar.
A necessidade de compreender e aprimorar o cuidado humanizado na atenção domiciliar em pacientes não oncológicos surge diante de desafios relacionados à fragilidade da comunicação, à limitação do vínculo entre equipe, paciente e família e à baixa participação desses sujeitos nas decisões terapêuticas. Observa-se que, muitas vezes, o cuidado ainda se mantém centrado em práticas tecnicistas, pouco sensíveis às singularidades do contexto domiciliar, o que pode comprometer a adesão ao tratamento, o conforto e a qualidade de vida do paciente. Nesse sentido, identifica-se uma oportunidade de aperfeiçoamento na construção de práticas mais integradas, que valorizem a coparticipação, o acolhimento e a escuta qualificada como elementos fundamentais do cuidado. Torna-se, portanto, essencial fortalecer estratégias que promovam a corresponsabilização entre equipe multiprofissional, paciente e familiares, visando uma assistência mais humanizada, resolutiva e alinhada às reais necessidades dos envolvidos no processo de cuidado.
Espera-se que o estudo evidencie que o cuidado humanizado na atenção domiciliar está diretamente relacionado à qualidade da interação entre a equipe multidisciplinar, o paciente e seus familiares, destacando a importância da comunicação eficaz, do vínculo e do respeito à individualidade do paciente.
Espera-se, ainda, identificar que a coparticipação ativa do paciente e da família contribui para maior adesão ao plano de cuidado, promoção da autonomia e melhoria da qualidade de vida. Além disso, o estudo poderá apontar fatores que facilitam a humanização da assistência no contexto domiciliar, subsidiando a implementação de práticas mais integradas e centradas no paciente.
Por fim, os resultados poderão contribuir para o fortalecimento de estratégias de cuidado humanizado na atenção domiciliar, ampliando a atuação da equipe multiprofissional de forma mais acolhedora, ética e resolutiva.
A implementação do cuidado humanizado na atenção domiciliar em pacientes não oncológicos exige estratégias centradas no paciente, com ênfase na comunicação clara, empática e contínua entre equipe, paciente e familiares. A coparticipação deve ser estimulada, garantindo a inclusão ativa nas decisões terapêuticas e o respeito à autonomia, valores e contexto sociocultural. É fundamental investir na capacitação da equipe multiprofissional, fortalecendo práticas voltadas à humanização, ao manejo adequado de sintomas e à escuta qualificada. O estabelecimento de vínculo e confiança contribui diretamente para a adesão ao cuidado, enquanto a adaptação das condutas à realidade domiciliar favorece a efetividade das intervenções. Destaca-se também a importância de valorizar e apoiar o cuidador familiar, além de organizar um plano de cuidado compartilhado e continuamente reavaliado. Dessa forma, a humanização se consolida por meio de atitudes éticas, sensíveis e integradas, promovendo qualidade de vida, conforto e dignidade ao paciente no ambiente domiciliar.
R. Dr. Mesquita, 339 - Itaboraí, RJ, Brasil
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