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Cuidado humanizado em paliativos não oncológicos na atenção domiciliar: coparticipação

Bhrenda Maria Teles Teixeira Batista

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Bhrenda Teles

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O estudo aborda a percepção do cuidado humanizado na atenção domiciliar voltada a pacientes não oncológicos, considerando a coparticipação ativa entre equipe multidisciplinar, paciente e familiares no processo de cuidado. A pesquisa será desenvolvida no ambiente domiciliar, envolvendo pacientes em acompanhamento contínuo, seus familiares e profissionais de saúde, ao longo de um período estimado de 60 dias. A proposta busca compreender de forma mais aprofundada como se estabelecem as relações entre esses sujeitos e de que maneira essas interações impactam diretamente na qualidade da assistência prestada.
A motivação do estudo está fundamentada na necessidade de ampliar o entendimento sobre práticas de cuidado humanizado fora do ambiente hospitalar, valorizando a singularidade de cada paciente e o contexto em que está inserido. Além disso, pretende-se analisar como a comunicação, o vínculo e a corresponsabilização entre os envolvidos contribuem para a adesão ao tratamento, para o conforto do paciente e para a promoção de uma assistência mais integral, acolhedora e eficaz.
Este item deve conter um breve enunciado acerca da questão-problema que a experiência se propõe a investigar, incluindo a caracterização do cenário em que ocorre, com a descrição do local, período de realização e população-alvo. Também deve apresentar de forma clara a motivação que levou ao desenvolvimento do estudo, evidenciando sua relevância para a prática em saúde e para o fortalecimento da atenção domiciliar como estratégia de cuidado humanizado.
Objetivo Geral:
Avaliar a percepção do cuidado humanizado na atenção domiciliar em pacientes não oncológicos, considerando a coparticipação entre equipe multiprofissional, paciente e família, com foco na qualidade da assistência prestada e no fortalecimento do vínculo entre os envolvidos no processo de cuidado.
Objetivos Específicos:
Identificar como pacientes e familiares compreendem e percebem o cuidado humanizado no contexto domiciliar; analisar o papel da equipe multidisciplinar na promoção de práticas mais acolhedoras e integrais; avaliar o nível de participação do paciente e de seus familiares nas decisões e no planejamento do cuidado; e verificar os principais fatores que facilitam ou dificultam a efetivação da humanização na atenção domiciliar.

A necessidade de compreender e aprimorar o cuidado humanizado na atenção domiciliar em pacientes não oncológicos surge diante de desafios relacionados à fragilidade da comunicação, à limitação do vínculo entre equipe, paciente e família e à baixa participação desses sujeitos nas decisões terapêuticas. Observa-se que, muitas vezes, o cuidado ainda se mantém centrado em práticas tecnicistas, pouco sensíveis às singularidades do contexto domiciliar, o que pode comprometer a adesão ao tratamento, o conforto e a qualidade de vida do paciente. Nesse sentido, identifica-se uma oportunidade de aperfeiçoamento na construção de práticas mais integradas, que valorizem a coparticipação, o acolhimento e a escuta qualificada como elementos fundamentais do cuidado. Torna-se, portanto, essencial fortalecer estratégias que promovam a corresponsabilização entre equipe multiprofissional, paciente e familiares, visando uma assistência mais humanizada, resolutiva e alinhada às reais necessidades dos envolvidos no processo de cuidado.

Espera-se que o estudo evidencie que o cuidado humanizado na atenção domiciliar está diretamente relacionado à qualidade da interação entre a equipe multidisciplinar, o paciente e seus familiares, destacando a importância da comunicação eficaz, do vínculo e do respeito à individualidade do paciente.
Espera-se, ainda, identificar que a coparticipação ativa do paciente e da família contribui para maior adesão ao plano de cuidado, promoção da autonomia e melhoria da qualidade de vida. Além disso, o estudo poderá apontar fatores que facilitam a humanização da assistência no contexto domiciliar, subsidiando a implementação de práticas mais integradas e centradas no paciente.
Por fim, os resultados poderão contribuir para o fortalecimento de estratégias de cuidado humanizado na atenção domiciliar, ampliando a atuação da equipe multiprofissional de forma mais acolhedora, ética e resolutiva.

A implementação do cuidado humanizado na atenção domiciliar em pacientes não oncológicos exige estratégias centradas no paciente, com ênfase na comunicação clara, empática e contínua entre equipe, paciente e familiares. A coparticipação deve ser estimulada, garantindo a inclusão ativa nas decisões terapêuticas e o respeito à autonomia, valores e contexto sociocultural. É fundamental investir na capacitação da equipe multiprofissional, fortalecendo práticas voltadas à humanização, ao manejo adequado de sintomas e à escuta qualificada. O estabelecimento de vínculo e confiança contribui diretamente para a adesão ao cuidado, enquanto a adaptação das condutas à realidade domiciliar favorece a efetividade das intervenções. Destaca-se também a importância de valorizar e apoiar o cuidador familiar, além de organizar um plano de cuidado compartilhado e continuamente reavaliado. Dessa forma, a humanização se consolida por meio de atitudes éticas, sensíveis e integradas, promovendo qualidade de vida, conforto e dignidade ao paciente no ambiente domiciliar.

autor Principal

Bhrenda Maria Teles Teixeira Batista

enf.bhrenda@hotmail.com

Coordenador

Coautores

Verônica Correa Almeida, Gabrielle Peres Costa e Letícia Silva Lutterbach.

A prática foi aplicada em

Itaboraí

Rio de Janeiro

Sudeste

Esta prática está vinculada a

R. Dr. Mesquita, 339 - Itaboraí, RJ, Brasil

Uma organização do tipo

Instituição Pública

Foi cadastrada por

Bhrenda Teles

Conta vinculada

26 mar 2026

CADASTRO

26 mar 2026

ATUALIZAÇÃO

02 jan 2026

inicio

28 fev 2026

fim

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos