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As arboviroses representam importante desafio para a saúde pública, especialmente devido à proliferação do mosquito Aedes aegypti em ambientes domiciliares. Diante desse cenário, as ações educativas e a participação da comunidade tornam-se fundamentais para o fortalecimento das estratégias de prevenção e controle dessas doenças.
A prática “Quintal sem Foco” foi desenvolvida como estratégia de educação em saúde voltada à conscientização comunitária sobre a importância da eliminação de criadouros do mosquito, utilizando abordagens simples, acessíveis e participativas durante visitas domiciliares e ações no território.
A iniciativa busca fortalecer o vínculo entre Vigilância em Saúde e população, incentivando a corresponsabilidade da comunidade no enfrentamento das arboviroses e promovendo maior participação popular nas ações preventivas desenvolvidas pelo SUS.
A prática surgiu a partir da necessidade de fortalecer as ações de prevenção às arboviroses no território, diante da permanência de criadouros do mosquito Aedes aegypti em ambientes domiciliares e da dificuldade de adesão de parte da população às medidas preventivas.
Observou-se que muitos moradores desconheciam situações de risco presentes em seus próprios quintais, além da necessidade de ampliar as ações educativas de forma mais próxima, participativa e contínua.
Ao mesmo tempo, identificou-se a oportunidade de desenvolver estratégias simples de mobilização comunitária durante as atividades já realizadas pela Vigilância Epidemiológica, utilizando o diálogo educativo como ferramenta de conscientização e fortalecimento da participação popular.
Dessa forma, a prática foi criada como estratégia complementar de educação em saúde, visando estimular a corresponsabilidade da população no combate às arboviroses e fortalecer as ações preventivas no território.
A prática possibilitou maior aproximação entre a Vigilância Epidemiológica e a comunidade, fortalecendo as ações educativas relacionadas à prevenção das arboviroses.
Observou-se maior participação dos moradores durante as orientações realizadas no território, além de maior conscientização sobre a importância da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti nos ambientes domiciliares.
As ações educativas também contribuíram para fortalecer o diálogo entre os profissionais de saúde e a população, estimulando a participação comunitária e ampliando o acesso às informações relacionadas à prevenção das doenças.
Outro resultado importante foi a valorização das ações desenvolvidas pela Vigilância em Saúde, demonstrando que estratégias simples, participativas e de baixo custo podem gerar impacto positivo na promoção da saúde coletiva.
Recomenda-se a ampliação de estratégias educativas participativas como ferramenta complementar às ações da Vigilância Epidemiológica, considerando o potencial da mobilização comunitária na prevenção das arboviroses.
É importante incentivar a participação ativa da população nas ações preventivas, utilizando linguagem acessível, diálogo próximo e atividades práticas que favoreçam a conscientização coletiva.
Também se recomenda a integração entre Vigilância em Saúde, Atenção Primária e comunidade, fortalecendo o trabalho intersetorial e ampliando as ações de promoção da saúde no território.
A experiência demonstra que práticas simples, de baixo custo e fácil replicabilidade podem contribuir significativamente para o fortalecimento das ações preventivas e da participação popular no âmbito do SUS.
Travessa Dom Pedro II, Santa Helena - MA, Brasil
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