Instagram como Ferramenta de Educação em Saúde na Vigilância Epidemiológica

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BRUNA ILBENE LINS MOREIRA

Bruna Ilbene Lins Moreira

Bruna Ilbene Lins Moreira

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A prática Instagram como Ferramenta de Educação em Saúde na Vigilância Epidemiológica, foi desenvolvida com o objetivo de utilizar as redes sociais como estratégia de promoção da saúde, prevenção de doenças e aproximação entre os serviços do SUS e a população.

A iniciativa consiste na produção e divulgação de conteúdos educativos por meio do Instagram, abordando temas relacionados às arboviroses, prevenção da dengue, eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, orientações sanitárias e conscientização comunitária.

Os conteúdos são apresentados em linguagem simples, acessível e dinâmica, através de vídeos curtos, reels, registros das ações de campo, orientações preventivas e quadros educativos, permitindo maior alcance das informações e fortalecimento da educação em saúde no território.

Além de ampliar o acesso da população às informações confiáveis, a prática contribui para a valorização do trabalho da Vigilância Epidemiológica e dos Agentes de Combate às Endemias, fortalecendo o vínculo com a comunidade e incentivando a participação popular nas ações de prevenção.

A experiência apresenta baixo custo operacional, fácil replicabilidade e potencial de impacto positivo na conscientização coletiva, utilizando a comunicação digital como ferramenta complementar às ações presenciais desenvolvidas pela Vigilância em Saúde.

O desenvolvimento da prática surgiu a partir da necessidade de ampliar o alcance das ações educativas realizadas pela Vigilância Epidemiológica, especialmente diante das dificuldades encontradas na conscientização da população sobre prevenção das arboviroses e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti.
Observou-se que muitas informações importantes relacionadas à saúde pública não chegavam de forma clara e acessível à comunidade, além da existência de desinformação e baixa participação popular nas medidas preventivas. Também foi identificada a necessidade de fortalecer o vínculo entre os serviços de saúde e a população, aproximando a Vigilância Epidemiológica do cotidiano das pessoas.
Ao mesmo tempo, percebeu-se a oportunidade de utilizar as redes sociais, especialmente o Instagram, como ferramenta de comunicação em saúde, considerando o amplo acesso da população às mídias digitais e o potencial de disseminação rápida das informações.
Dessa forma, a prática foi criada como estratégia complementar às ações presenciais, utilizando conteúdos educativos digitais para promover conscientização, incentivar a prevenção, ampliar o acesso à informação confiável e fortalecer as ações do SUS no território.

A utilização do Instagram pessoal como ferramenta de divulgação das ações da Vigilância Epidemiológica possibilitou maior aproximação entre os profissionais de saúde e a comunidade, ampliando o alcance das orientações educativas relacionadas à prevenção das arboviroses e promoção da saúde.
Por meio da publicação de vídeos educativos, registros das ações de campo, orientações preventivas e conteúdos informativos em linguagem acessível, observou-se aumento do engajamento da população com os temas relacionados à saúde pública, além de maior interação através de comentários, compartilhamentos e mensagens solicitando informações e orientações.
A prática também contribuiu para a valorização do trabalho desenvolvido pela Vigilância Epidemiológica e pelos Agentes de Combate às Endemias, tornando as ações mais visíveis para a comunidade e fortalecendo a percepção da importância da prevenção no enfrentamento das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
Outro resultado observado foi o fortalecimento da educação em saúde por meio das mídias digitais, utilizando um recurso de baixo custo e fácil acesso como estratégia complementar às atividades presenciais realizadas no território.
A experiência demonstrou que as redes sociais podem atuar como importante ferramenta de apoio às ações do SUS, favorecendo a disseminação de informações confiáveis, a conscientização coletiva e a aproximação entre os serviços de saúde e a população.

Recomenda-se a utilização das redes sociais como ferramenta complementar às ações de educação em saúde desenvolvidas pela Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária, considerando seu potencial de alcance, baixo custo e facilidade de acesso pela população.
É importante que os conteúdos sejam produzidos em linguagem simples, clara e objetiva, utilizando recursos visuais e formatos dinâmicos que favoreçam a compreensão das informações e estimulem a participação comunitária nas ações de prevenção.
Também se recomenda o incentivo à participação dos profissionais de saúde na produção de conteúdos educativos digitais, fortalecendo a aproximação entre os serviços do SUS e a comunidade, além de ampliar a disseminação de informações confiáveis e combater a desinformação relacionada às doenças e agravos de interesse em saúde pública.
A experiência demonstra que iniciativas de comunicação em saúde por meio das mídias sociais podem ser replicadas em diferentes territórios e contextos, contribuindo para o fortalecimento das ações preventivas, promoção da saúde e valorização do trabalho desenvolvido pela Vigilância em Saúde.

autor Principal

BRUNA ILBENE LINS MOREIRA

brunailbenelins@gmail.com

Agente de Combate às Endemias

Coautores

Bruna Ilbene Lins Moreira

A prática foi aplicada em

Santa Helena

Maranhão

Nordeste

Esta prática está vinculada a

Travessa Dom Pedro II, Santa Helena - MA, Brasil

Uma organização do tipo

Instituição Pública

Foi cadastrada por

Bruna Ilbene Lins Moreira

Conta vinculada

21 maio 2026

CADASTRO

21 maio 2026

ATUALIZAÇÃO

inicio

fim

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

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