Olá,

Visitante

Integração Providas no Enfrentamento a Covid e na Redução dos Impactos dos Determinantes Sociais da Saúde na Vida de Indivíduos em Situação de Vulnerabilidade na Ilha do Governador – Rj

A prática foi implementada na Ilha do Governador, moradores das favelas Pichunas, Dendê, Vila Joaniza, Boogie Woogie, Bancários (Comunidade 200, Tremembé

O Grupo de Estudos Integrais Demétrius (GEID), instituição filantrópica, sem fins lucrativos, fundada em 1988, atua na Ilha Governador atendendo demandas de questão social, contando sempre com voluntários para essas ações. Sua sede social foi construída com apoio de seus associados em terreno cedido em 1996 (regime de comodato-cessão de uso pela Prefeitura), no bairro da Freguesia próximo às favelas Pichunas e Comunidade 200.A experiência do trabalho comunitário levou a identificação de inúmeras necessidades, dentre elas, o apoio as pessoas em situação de vulnerabilidade social. A demanda da comunidade pela inserção no mercado de trabalho, e o consequente suporte para a mãe e mulher trabalhadora no cuidado as crianças, vem alicerçando uma proposta de atuação cada vez mais ampla.Oferecemos atendimento social, com avaliação e acompanhamento periódico

Fome denota a alienação de um direito humano básico à alimentação adequada. Percebemos claramente o dado cruel que relacionada a fome ao baixo rendimento escolar, ansiedade, depressão, o uso abusivo de substâncias psicoativas e até mesmo ideação suicida, como resposta ao sofrimento que o sujeito experimenta ao não ter o que comer, nem ele nem sua família. A fome realça toda uma rede de direitos que deixam de ser garantidos a estes cidadãos. Portanto, destacamos a grande relevância de apoio às ações de proteção social que possam reduzir esses dados para além de matar a fome, que seja possível o desenvolvimento de um modelo sustentável de combate à fomeSabe-se que a segurança alimentar e nutricional pode ser afetada pelos impactos sociais e econômicos, especialmente se considerarmos as situações de desigualdade social, de renda, étnico-racial, de gênero e de acesso a serviços de saúde. A pandemia afetou a oferta e demanda de alimentos, reduziu o poder de compra e a capacidade de produzir e distribuir alimentos, afetando especialmente os mais vulneráveis. O desenvolvimento de práticas de economia solidária cria laços de confiança mútuos. Pretendemos incentivar geração de trabalho e renda numa perspectiva de organização das economias locais, tendo por base os princípios da economia solidária, especialmente nas ações da nossa Cozinha Comunitária

Principal

Léa Maria Gottgtroy de Sá Ramasine

institutosreaprender@gmail.com

A prática foi aplicada em

MG

Minas Gerais

Sudeste

Instituição

Rio de Janeiro

Uma organização do tipo

Outra

Foi cadastrada por

Janaina Doria Libano Soares

Conta vinculada

A prática foi cadastrada em

04 dez 2015

e atualizada em

14 set 2023

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos

Palavras-chave

nenhuma

Você pode se interessar também

Práticas
A (in) visibilidade de quem está em situação de rua: caminhos possíveis para cuidado em saúde
Paraíba
Práticas
Do ambulatório LGBTQIAPNB+ ao Café com Diversidade: garantindo acesso e fortalecimento de vínculos
Paraíba
Práticas
Fato ou fake: utilizando a força da internet no combate a fake news sobre vacinação em Esperança – PB.
Paraíba
Práticas
Projeto saúde na feira: ampliando o acesso de serviços de saúde no município de Ingá.
Todos os Estados (Norte)
Práticas
Promoção da saúde mental dos trabalhadores da estratégia de saúde da família: cuidando do cuidador.
Paraíba
Práticas
Projeto Hidrovida: a utilização de terapia aquática como forma de tratamento para idosos com doenças osteomusculares.
Paraíba
Práticas
Assistência multiprofissional aos portadores de hipertensão e diabetes mellitus de uma UBS de Belém do Brejo do Cruz – PB: relato de experiencia
Paraíba