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Cuidar Virtual: realidade virtual como prática humanizada na internação hospitalar

BIANCA PEREIRA FERNANDES SILVA, LARISSA RODRIGUES ANDRE CORREIA, BRUNA AIMÉE MATOSO DA COSTA, TAINARA APARECIDA LUCINDA SALVADOR, OCTÁVIO DRUMMOND GUINA.

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Bruna Aimée Matoso da Costa

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A experiência aborda a necessidade de humanização no ambiente hospitalar, especificamente no contexto de cuidados paliativos no Hospital Municipal Henrique Sérgio Gregori. A internação prolongada e a natureza do tratamento paliativo frequentemente resultam em altos níveis de ansiedade, fadiga e dor para os pacientes. Motivada por evidências científicas que demonstram os benefícios da Realidade Virtual (VR) terapêutica na redução desses sintomas, a unidade implantou o projeto para oferecer suporte emocional e melhorar o bem-estar subjetivo dos pacientes internados.

A utilização da Realidade Virtual (VR) em cuidados paliativos apresenta-se como uma oportunidade estratégica para qualificar o cuidado humanizado no SUS. Ao invés de conteúdos genéricos, a personalização da imersão, baseada na história de vida do paciente, permite resgatar o sentido de dignidade e autonomia. Existe o potencial de consolidar uma tecnologia como ferramenta complementar, capaz de reduzir a ansiedade e proporcionar conforto emocional, transformando a prática assistencial em uma experiência verdadeiramente centrada na subjetividade do indivíduo e na sua rede de apoio.

Os resultados indicaram alta aceitação da tecnologia, com dois terços dos usuários solicitando a repetição da experiência e expressando satisfação. Observou-se que paisagens familiares geraram maior comoção positiva e impacto emocional. A presença de um profissional conhecido durante a vivência potencializou os benefícios psicossomáticos, permitindo uma melhor acolhida das emoções dos pacientes. Embora o custo dos equipamentos tenha sido identificado como uma limitação para a escala do projeto, os dados confirmam o potencial terapêutico da VR no contexto hospitalar.

A integração institucional deve priorizar a sondagem biográfica por meio de entrevistas semiestruturadas antes da atividade, transformando as limitações de conectividade e necessidade de download dos materiais em eficiência de recursos. Este fluxo em dois tempos, acolhimento inicial e entrega da experiência completa, mitiga a ansiedade tecnológica e garante downloads assertivos, otimizando o uso da internet e dos dispositivos. Ao monitorar a tela durante a imersão, a equipe converte a necessidade técnica em uma humanização mediada, onde o suporte clínico interpreta os sentimentos despertados e consolida a tecnologia como uma ferramenta de precisão subjetiva e alto valor assistencial.

autor Principal

BIANCA PEREIRA FERNANDES SILVA, LARISSA RODRIGUES ANDRE CORREIA, BRUNA AIMÉE MATOSO DA COSTA, TAINARA APARECIDA LUCINDA SALVADOR, OCTÁVIO DRUMMOND GUINA.

aimeebruna@gmail.com

Administrativo

Coautores

BIANCA PEREIRA FERNANDES SILVA, LARISSA RODRIGUES ANDRE CORREIA, BRUNA AIMÉE MATOSO DA COSTA, TAINARA APARECIDA LUCINDA SALVADOR, OCTÁVIO DRUMMOND GUINA.

A prática foi aplicada em

Resende

Rio de Janeiro

Sudeste

Esta prática está vinculada a

Avenida Marcílio Dias 800, Vila Nova Liberdade, Resende - Rio de Janeiro, 27542, Brasil - Nova Liberdade, Resende - RJ, Brasil

Uma organização do tipo

Instituição Pública

Foi cadastrada por

Bruna Aimée Matoso da Costa

Conta vinculada

24 mar 2026

CADASTRO

24 mar 2026

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