favor seguir as recomendações abaixo:
No Brasil, assim como no mundo os processos que envolvem a redesignação de gênero e os cuidados a saúde da população LGBTQIAPN+ vem a cada dia sendo mais e mais discutidos e se integrando de forma transversal nas políticas públicas de saúde, assim como, sendo cada vez mais aceitos pelo senso comum da população em geral, apesar de ainda ser um assunto tabu em muitos círculos sociais, o tema vem ganhando mais e mais espaço e essas novas forma de ver e integrar a população transexual na sociedade tem aberto portas e fornecido direitos e meios para que através do Sistema Único de Saúde (SUS) esses indivíduos consigam ser acompanhados e ter assistência no processo transexualizador pelo SUS, o que já é uma realidade graças a políticas públicas como a Portaria Nº 2.803, De 19 De Novembro De 2013 que redefine e amplia o processo transexualizador no sistema único de saúde (sus) e Política Nacional De Saúde Integral De Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis E Transexuais que tem como objetivo geral Promover a saúde integral de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, eliminando a discriminação e o preconceito institucional, bem como contribuindo para a redução das desigualdades e a consolidação do SUS como sistema universal, integral e equitativo.
objetivo geral – Relatar as experiências exitosas do Município de mendes-RJ no acompanhamento da população trans no processo de redesignação de gênero através da APS
objetivos específicos
1- Descrever o processo de acompanhamento feito pela APS de Mendes-RJ a população trans do município
2- Expor casos exitosos onde a redesignação foi orientada através da APS
3- Subsidiar a criação de fluxos e protocolos internos de condução dos pacientes trans através do processo de redesignação sexual.
Utilizar a APS é uma grande ferramenta de norteamento do cuidado a pessoas trans, principalmente no quesito do acompanhamento clínico dos processos transexualizadores, de modo a fornecer acesso de forma descentralizada, fortalecer vínculo, e potencializar a resolutividade dos vários processos que envolvem a redesignação sexual, que engloba, terapia hormonal, atendimento a saúde mental, articulações com o sistema de assistência social, assistência farmacêutica e fornecimento de cuidados especializados.
Dentro do território temos um total de 9 pacientes transexuais cadastrados, 8 pacientes são acompanhados pela esf, desse número 8 realizam terapia hormonal, prescrita e acompanhada pela esf com auxílio do serviço de endocrinologia do centro especializado, e 1 realizou a cirurgia de redesignação sexual. Dentre esses 8 pacientes todos têm acompanhamento contínuo pela ESF e são vinculados à equipe tendo a ESF de saúde da família como ordenadora do seu processo clínico incluindo a redesignação de forma integral e holística.
A criação interna de protocolos de fluxos de assitência, com treinamento continuo das equipes de saúde familia.
CADASTRO
ATUALIZAÇÃO