Olá,

Visitante

A Educação Permanente e o Uso da Tecnologia Grupal Como Ferramenta Transformadora Numa Equipe de Saúde Mental

FINALIDADE DA EXPERIÊNCIA: A intervenção realizada tem a proposta de compartilhar o conhecimento sobre o uso da tecnologia grupal como ferramenta de trabalho na execução dos grupos do Centro de Atenção Psicossocial II de Goianésia, com vistas à capacitação da equipe, fortalecimento das relações interpessoais entre os integrantes da equipe, maior segurança na condução dos grupos, bem como, promover a troca de experiência entre os profissionais do serviço. DINÂMICA E ESTRATÉGIAS DOS PROCEDIMENTOS USADOS: Ação foi realizada com os servidores do CAPS II (Centro de Atenção Psicossocial) de Goianésia, serviço em funcionamento desde 03 de agosto do ano de 2015. Desde o início entendemos a necessidade de fortalecimento do trabalho em equipe e de capacitação constante para manutenção da qualidade de vida dos servidores e oferta de um serviço com qualidade para o público atendido. A metodologia utilizada teve como foco a educação permanente em saúde, que é uma ideia desafiadora e transformadora, tem como objetivo reorganizar a própria estrutura de trabalho, proporcionando melhores resultados no cuidado e na qualidade do atendimento oferecido. Construímos um plano de ação dividido em sete encontros, cada um com duração de 5 horas semanais, com o intuito de compartilhar com a equipe do CAPS II parte do que foi aprendido e vivenciado no curso de Saúde Mental, Álcool e outras drogas e o uso da tecnologia grupal, oferecido pela Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN/UFG) e a Gerência de Saúde Mental do Estado de Goiás. A elaboração do plano de ação teve como fundamento a ferramenta denominada 5W e 2 H, a qual segundo Vergara (2006) é uma ferramenta estratégica utilizada na padronização dos processos e melhoria destes. O plano de ação foi desenvolvido num período de sete encontros baseado no modelo do 5H e 2W e de acordo com a metodologia da problematização, o Arco de Maguerez. Realizamos sete encontros nas manhãs de sexta-feira, durante os períodos de 29 de julho a 16 de setembro do ano de 2016. No primeiro encontro realizamos a construção do contrato grupal utilizando de questões norteadoras para conduzir a tarefa. Finalizando com breve relato da sobre os grupos realizados no CAPS. No segundo encontro propomos a elaboração da mala ressaltando as características, tanto as individuais como as do grupo, as experiências de cada um ao longo de sua trajetória de vida. Para o terceiro encontro focamos no levantamento dos pontos chaves, utilizando a produção do grupo até esse momento, consideramos alguns itens norteadores para auxiliar nesse processo. Os resultados obtidos nessa etapa conduziram a necessidade de mais conhecimento teórico-prático para a execução dos grupos terapêuticos, uma vez que a equipe já apresenta disponibilidade e desejo em novos conhecimentos. No quarto encontro desenvolvemos estratégias para a teorização de forma mais dinâmica, com um caça ao tesouro baseado no conteúdo que o grupo trouxe ao longo dos encon

O Centro de Atenção Psicossocial, modalidade II de Goianésia realiza grupos desde sua inauguração, os quais são conduzidos pela equipe multiprofissional, sendo discutida diversas vezes a necessidade de capacitação específica para a condução dos grupos e o uso dessa tecnologia como uma potente ferramenta de trabalho e cuidado. Esse projeto foi desenvolvido num período de sete encontros baseado no modelo do 5H e 2W e de acordo com a metodologia da problematização, o Arco de Maguerez, resultado de um projeto de intervenção proposto durante o curso de Álcool e outras drogas e o uso da tecnologia grupal, promovido pela Gerencia de Saúde Mental e Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal de Goiás (FEN-UFG) com o objetivo de compartilhar com a equipe do Centro de Atenção Psicossocial II de Goianésia o conhecimento sobre a utilização da tecnologia grupal tendo em vista sua importância no contexto do trabalho.

A partir d a capacitação permanente da equipe, adotando as sextas-feiras como subsidio de oferta de conhecimento, compartilhamento dos casos e preparo das técnicas a serem utilizadas no grupo, verificamos quemudanças na metodologia de trabalho e na programação das intervenções foram imprescindíveis para alcançar a meta dos 100% na oferta de grupos. A capacitação da equipe e o fortalecimento das açõesforam fundamentaispara o alcance dos resultados. O monitoramento e a avaliação constante também foram ferramentas essenciais para o êxito.

Principal

Gildácia Pereira Ribeiro Siqueira E Hellen Cruvinel Veloso

gildacia@hotmail.com

A prática foi aplicada em

Goianésia

Goiás

Centro-Oeste

Instituição

R. 33, 420

Uma organização do tipo

Instituição pública

Foi cadastrada por

Gildácia Pereira Ribeiro Siqueira e Hellen Cruvinel Veloso

Conta vinculada

A prática foi cadastrada em

02 jun 2023

e atualizada em

14 set 2023

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos

Palavras-chave

nenhuma

Você pode se interessar também

Práticas
Incluir e apreender: parceria entre saúde e educação no acompanhamento multidisciplinar de escolares com necessidades especiais
Paraíba
Práticas
A educação permanente dos profissionais de enfermagem como estratégia no enfrentamento à dengue
Paraíba
Práticas
Oficina de atualizacao dos cadastros para melhoria da cobertura vacinal em Junco do Serido-PB
Paraíba
Práticas
Educação em gênero no SUS e a proteção integral à mulher em situação de violência na atenção primária
Paraíba
Práticas
Era uma vez, apresentando uma história de cuidado e amor – a importância da educação vacinal desde o berço
Paraíba
Práticas
Estratégia de comunicação pública voltada à saúde no ambiente digital em Campina Grande
Paraíba