Estratificação de pacientes ambulatoriais em situação de risco e rotas de cuidados ambulatoriais

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Elizabeth Costa de Oliveira Souza

Fiocruz IdeiaSUS

Elizabeth Costa de Oliveira Souza

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Garantir de forma segura a priorização do atendimento ao paciente que se encontra aguardando cirurgia, exames de investigação diagnóstica e frente ao agravamento do quadro inicial. Realizando estratificação do paciente através do atendimento médico utilizando 3 rotas de prioridades e 1 eletiva. Rota 1 – O paciente teve agravamento do quadro inicial durante o tempo que permaneceu em acompanhamento ambulatorial, sendo necessário realização de procedimento com urgência ( a Rota 1 – Providencia leito, exames pré-operatórios e pré anestésicos, agendamento cirúrgico ). Rota 2 – Utilizada para dar prioridade ao paciente idoso, criança, neoplasia, pacientes de alta complexidade e estratégicos. Rota 3 – Paciente que se encontra aguardando exame para definição do diagnostico com alto risco de comprometimento da saúde como tumores, isquemia, arritmias, ICO, sangramentos e outros. Estes pacientes através de avaliação do médico da rota recebe prioridade na realização do exame face a necessidade de urgência no diagnóstico . Através das rotas podemos garantir o atendimento rápido não permitindo a perda do tempo para iniciar o tratamento. Rota 4- Todos os pacientes que não se enquadram nas rotas anteriores, seguem o fluxo normal de atendimento e realização de exames via ambulatorial.

Com a utilização de rotas foi possível garantir a qualidade da assistência prestada ao paciente. Com a utilização de rotas melhoramos o preparo do paciente para realização de procedimentos cirúrgicos diminuindo duvidas, ouvidorias. Com a utilização de rotas foi possível planejar os procedimentos de alta complexidade, estratégicos atingindo o cumprimento de metas. Com a utilização de rotas conseguimos diagnósticos mais precoces.

Identificamos pacientes que devido ao tempo de espera pelo atendimento especializado, realização de procedimento cirúrgico e exames avançavam para um quadro de urgência, muitas vezes perdendo o time terapêutico. Ao lançarmos um olhar focado para identificação do motivo do agravamento de alguns pacientes em acompanhamento ambulatorial, percebemos uma zona critica entre o tempo, número de exames ofertados e planejamento cirúrgico. Todos os pacientes seguiam o fluxo conforme entrada no ambulatório .

A auditoria de rotas foi ampliada para acompanhar também o devido preenchimento de AIHs, CIDs, código de procedimentos, classificação dos procedimentos conforme financiamento, qualidade das informações nas evoluções dos pacientes.

autor Principal

Elizabeth Costa de Oliveira Souza

autor@autor.com

cargo do autor

Coautores

Elizabeth Costa de Oliveira Souza

A prática foi aplicada em

Curitiba

Paraná

Sul

Esta prática está vinculada a

Rua Francisco Torres, 830 - Centro, Curitiba - PR, Brasil

Uma organização do tipo

Instituição Pública

Foi cadastrada por

Elizabeth Costa de Oliveira Souza

Conta vinculada

ideiasus@gmail.com

11 abr 2015

CADASTRO

30 maio 2025

ATUALIZAÇÃO

inicio

fim

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

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