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A prática Instagram como Ferramenta de Educação em Saúde na Vigilância Epidemiológica, foi desenvolvida com o objetivo de utilizar as redes sociais como estratégia de promoção da saúde, prevenção de doenças e aproximação entre os serviços do SUS e a população.
A iniciativa consiste na produção e divulgação de conteúdos educativos por meio do Instagram, abordando temas relacionados às arboviroses, prevenção da dengue, eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, orientações sanitárias e conscientização comunitária.
Os conteúdos são apresentados em linguagem simples, acessível e dinâmica, através de vídeos curtos, reels, registros das ações de campo, orientações preventivas e quadros educativos, permitindo maior alcance das informações e fortalecimento da educação em saúde no território.
Além de ampliar o acesso da população às informações confiáveis, a prática contribui para a valorização do trabalho da Vigilância Epidemiológica e dos Agentes de Combate às Endemias, fortalecendo o vínculo com a comunidade e incentivando a participação popular nas ações de prevenção.
A experiência apresenta baixo custo operacional, fácil replicabilidade e potencial de impacto positivo na conscientização coletiva, utilizando a comunicação digital como ferramenta complementar às ações presenciais desenvolvidas pela Vigilância em Saúde.
O desenvolvimento da prática surgiu a partir da necessidade de ampliar o alcance das ações educativas realizadas pela Vigilância Epidemiológica, especialmente diante das dificuldades encontradas na conscientização da população sobre prevenção das arboviroses e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti.
Observou-se que muitas informações importantes relacionadas à saúde pública não chegavam de forma clara e acessível à comunidade, além da existência de desinformação e baixa participação popular nas medidas preventivas. Também foi identificada a necessidade de fortalecer o vínculo entre os serviços de saúde e a população, aproximando a Vigilância Epidemiológica do cotidiano das pessoas.
Ao mesmo tempo, percebeu-se a oportunidade de utilizar as redes sociais, especialmente o Instagram, como ferramenta de comunicação em saúde, considerando o amplo acesso da população às mídias digitais e o potencial de disseminação rápida das informações.
Dessa forma, a prática foi criada como estratégia complementar às ações presenciais, utilizando conteúdos educativos digitais para promover conscientização, incentivar a prevenção, ampliar o acesso à informação confiável e fortalecer as ações do SUS no território.
A utilização do Instagram pessoal como ferramenta de divulgação das ações da Vigilância Epidemiológica possibilitou maior aproximação entre os profissionais de saúde e a comunidade, ampliando o alcance das orientações educativas relacionadas à prevenção das arboviroses e promoção da saúde.
Por meio da publicação de vídeos educativos, registros das ações de campo, orientações preventivas e conteúdos informativos em linguagem acessível, observou-se aumento do engajamento da população com os temas relacionados à saúde pública, além de maior interação através de comentários, compartilhamentos e mensagens solicitando informações e orientações.
A prática também contribuiu para a valorização do trabalho desenvolvido pela Vigilância Epidemiológica e pelos Agentes de Combate às Endemias, tornando as ações mais visíveis para a comunidade e fortalecendo a percepção da importância da prevenção no enfrentamento das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
Outro resultado observado foi o fortalecimento da educação em saúde por meio das mídias digitais, utilizando um recurso de baixo custo e fácil acesso como estratégia complementar às atividades presenciais realizadas no território.
A experiência demonstrou que as redes sociais podem atuar como importante ferramenta de apoio às ações do SUS, favorecendo a disseminação de informações confiáveis, a conscientização coletiva e a aproximação entre os serviços de saúde e a população.
Recomenda-se a utilização das redes sociais como ferramenta complementar às ações de educação em saúde desenvolvidas pela Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária, considerando seu potencial de alcance, baixo custo e facilidade de acesso pela população.
É importante que os conteúdos sejam produzidos em linguagem simples, clara e objetiva, utilizando recursos visuais e formatos dinâmicos que favoreçam a compreensão das informações e estimulem a participação comunitária nas ações de prevenção.
Também se recomenda o incentivo à participação dos profissionais de saúde na produção de conteúdos educativos digitais, fortalecendo a aproximação entre os serviços do SUS e a comunidade, além de ampliar a disseminação de informações confiáveis e combater a desinformação relacionada às doenças e agravos de interesse em saúde pública.
A experiência demonstra que iniciativas de comunicação em saúde por meio das mídias sociais podem ser replicadas em diferentes territórios e contextos, contribuindo para o fortalecimento das ações preventivas, promoção da saúde e valorização do trabalho desenvolvido pela Vigilância em Saúde.
Travessa Dom Pedro II, Santa Helena - MA, Brasil
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