Comunicação em saúde como estratégia de enfrentamento ao racismo e promoção da saúde mental no SUS

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Alessandro Barbosa da Silva

mifbcamara@gmail.com

Michella Câmara

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COMUNICAÇÃO EM SAÚDE COMO ESTRATÉGIA DE ENFRENTAMENTO AO RACISMO E PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NO SUS
APRESENTAÇÃO: Trata-se de uma experiência desenvolvida pelo Departamento de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas (DESMAD) da Secretaria Municipal de Saúde de Rio das Ostras. A iniciativa foi realizada no contexto do Dia Internacional contra a Discriminação Racial (21/03), instituído pela Organização das Nações Unidas, em conformidade com o calendário de ações estratégicas do Ministério da Saúde (MS), e partiu do reconhecimento do racismo como determinante social de saúde, com efeitos diretos sobre o sofrimento psíquico, o acesso aos serviços e a qualidade do cuidado ofertado à população.
OBJETIVO: Promover a reflexão sobre os impactos do racismo na saúde mental e fortalecer a equidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
METODOLOGIA Utilização da comunicação institucional como ferramenta de educação em saúde e sensibilização social, por meio da produção e ampla divulgação de material audiovisual (vídeo de curta duração) nos canais digitais oficiais do município. O conteúdo abordou, de forma acessível, a importância do enfrentamento ao racismo, seus impactos na saúde mental e a responsabilidade coletiva na promoção de uma sociedade mais justa e igualitária, destacando, ainda, que o racismo é crime no Brasil. Complementarmente, foi elaborado material educativo em formato de folder, com linguagem acessível e abordagem objetiva sobre discriminação racial, seus impactos na saúde e a importância do acolhimento sem preconceito, sendo distribuído em diversos pontos da Rede de Atenção à Saúde, incluindo unidades básicas, serviços especializados e equipamentos da Rede de Atenção Psicossocial.

Promoção a reflexão sobre os impactos do racismo na saúde mental e fortalecimento da equidade no Sistema Único de Saúde (SUS) utilizando a comunicação e informação de amplo alcance, com abordagem clara e atual, uso de ferramentas de marketing digital e interseccionalidade. Uso de recursos de baixo custo e amplo alcance com suporte de profissionais de comunicação para abordagens de temas sensíveis e transversais na comunicação e educação em saúde.

RESULTADOS: A ação foi articulada com a mobilização interna das redes de saúde, reforçando junto aos profissionais a importância do acolhimento qualificado, do respeito à diversidade e da promoção da equidade no cuidado e divulgada no âmbito acadêmico, junto à Universidade Federal Fluminense (UFF – campus Rio das Ostras), no Cine Debate promovido pela disciplina Educação Popular em Saúde – Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família da Baixada Litorânea. Essa experiência utilizou dos canais digitais oficiais, veiculando material audiovisual informativo, de linguagem acessível e breve, com layout priorizando: linguagem não verbal impactante, quebra de estereótipos e representação positiva, sendo ainda incluídas “chamadas para ação” – o que fazer quando presenciar o racismo e “informações de utilidade pública” – disponibilização de serviços para acolhimento e cuidados em saúde. A comunicação, informativa e educativa em saúde, foi veiculada na página oficial da e nas redes sociais da Prefeitura (Instagram e Facebook). No recorte temporal entre 21 a 26 de março de 2026, em análise sumária das métricas, foram atingidas 18.641 interações (visualizações, curtidas, mensagens e repostagens). Segue links de acesso das mídias de comunicação e informação em saúde, geradas pelo trabalho intersetorial cooperativo:
https://www.instagram.com/reel/DWLyyTsxKwT/?igsh=OWc4YWRxd3Z0dGlq; https://www.instagram.com/p/DWJHJbjjzfZ/?igsh=ZzlubHM3OHd2d3lu

CONCLUSÕES: A experiência evidencia o potencial das estratégias comunicacionais de baixo custo como ferramentas eficazes para ampliar o alcance das ações de comunicação e educação em saúde no contexto do SUS, sensibilizar a população e fortalecer o SUS como espaço de cuidado integral, humanizado e interseccional. Destaca-se que iniciativas dessa natureza contribuem para a consolidação de práticas institucionais comprometidas com os direitos humanos, a justiça social e a promoção da saúde mental, especialmente em contextos nos quais o enfrentamento ao racismo e da interseccionalidade ainda se apresenta como desafio estrutural.

autor Principal

Alessandro Barbosa da Silva

saudementalro@gmail.com

Coordenador de Saúde Mental / Secretaria de Saúde/ Prefeitura Rio das Ostras

Coautores

Autor(a) principal Nome completo: Alessandro Barbosa da Silva CPF: 072.985.507-48 E-mail: saudementalro@gmail.com Telefone: 2299883 1692 Coautores(as) (máximo 10) Nomes completos: 1. Michella Florência Barbosa Câmara (CPF.: 808.020.441-15;E-mail: mifbcamara@gmail.com ; Tel.: 22 999297440) 2. Célia Maria Alves Câmara (CPF 020.949.967-27. E-mail: capsisaudementalro@gmail.com; Te.: 22 99869-2162; 3. Maria Izabel Cruz (CPF 67138351787); 4. Ana Carolina de Oliveira Barbosa da Silva (CPF: 054.279.277-00); 5. André Luiz do Amaral Cabral (CPF 099.332.087-21); 6. Jaqueline da Silva Carvalho (CPF 100.381.217-19).

A prática foi aplicada em

Rio das Ostras

Rio de Janeiro

Sudeste

Esta prática está vinculada a

Rua Ethelberto Fontes - Jardim Campomar, Rio das Ostras - RJ, Brasil

Uma organização do tipo

Instituição Pública

Foi cadastrada por

Michella Câmara

Conta vinculada

26 mar 2026

CADASTRO

26 mar 2026

ATUALIZAÇÃO

03 mar 2026

inicio

fim

Condição da prática

Andamento

Situação da Prática

Arquivos