Olá,

Visitante

Valorização da Vida – Campanha Setembro Amarelo

Em decorrência da pandemia, houve aumento da demanda de adolescentes e jovens que procuravam Unidade Básica de Saúde ou eram encaminhados pela escola, apresentando sintomas ansiosos, depressivos, irritabilidade excessiva, problemas de convívio social e familiar ou com sinais de automutilação.Aproveitando a visibilidade da campanha SETEMBRO AMARELO, alusiva a prevenção do suicídio e a valorização da vida, decidiu-se iniciar um trabalho voltado para a informação e prevenção dos agravos.O Trabalho foi desenvolvido durante todo o mês de setembro do ano de 2021, em parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Escola de Educação Básica Santa Terezinha, onde estavam concentrados o maior número de pessoas do público a ser atingido.

ObjetivosConscientizar sobre a importância da saúde mental na adolescência, prevenir os casos de automutilação e diminuir os agravos relacionados a pandemia.MetodologiaO trabalho foi direcionado aos alunos das turmas: 901, 902 e 801, com o auxílio da professora responsável pela disciplina de ciências. Como a situação ainda não permitia que acessássemos a escola de forma presencial, a intervenção foi realizada de forma on-line por meio de web conferência. A professora recebeu uma breve capacitação sobre o assunto, os alunos permaneceram em sala de aula e a psicóloga da Unidade Básica de Saúde, de forma on-line interveio, tirando dúvidas e explanando sobre os assuntos.Na web palestra os assuntos norteadores foram: quebrando o tabu sobre o suicídio (mito x verdade)

Os adolescentes foram uma das faixas etárias mais afetadas com a nova condição, já que naturalmente necessitam de contato social para poderem desenvolverem-se de forma natural e saudável. Em decorrência da pandemia e a necessidade de isolamento social, surgiram muitos outros problemas com os quais tivemos que lidar com os recursos que no momento nos era possível.Os profissionais também tiveram que desenvolver resiliência para lidar limitações ao mesmo tempo em que o trabalho de prevenção não podia parar.O uso das tecnologias, já muito presentes na vida dos adolescentes, facilitou as abordagens nos momentos em que estar fisicamente presente, não era possível, e podemos continuar levando a informação para quem mais deveria recebê-las. Atualmente essas ferramentas continuam fazendo parte de nossa rotina.

Principal

Taize Hollas Lara Dias

taize.hollas@unoesc.edu.br

A prática foi aplicada em

Santa Terezinha do Progresso

Santa Catarina

Sul

Instituição

Rua Ernesto francisco cardoso

Uma organização do tipo

Instituição pública

Foi cadastrada por

Taize Hollas Lara Dias

Conta vinculada

taize.hollas@unoesc.edu.br

11 jun 2015

e atualizada em

14 set 2023

Seu Período de Execução foi de

até

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos

Palavras-chave

nenhuma

Você pode se interessar também

Práticas
Os Desafios de Construir Caminhos para Desistitucionalização Sem a Totalidade dos Dispositivos Substitutivos Apropriados, Considerando a Cultura Manicomial dos Atores Envolvidos.
Rio de Janeiro
Práticas
de Perto Quem é Normal? Um Diálogo Coletivo e Integrado Sobre a Saúde Mental no Município de Tanhaçu-Ba: Todos em Defesa da Luta Antimanicomial!
Bahia
Práticas
Estratégias de Prevenção e Promoção da Saúde Mental dos Usuários do SUS na Atenção Básica no Município de Patos-Pb À Luz da Campanha Janeiro Branco
Paraíba
Práticas
Cuidando do Cuidador – Apoio Psicossocial Às Equipes de Saúde da Família
Bahia
Práticas
O Serviço de Atenção À Infância e Juventude: Um olhar Multidisciplinar no Cuidado em Saúde Mental ao Público Infantojuvenil
Rio de Janeiro
Práticas
A Saúde Mental Como Campo de Atuação da Terapia Comunitária Integrativa: o Fortalecimento do Acolhimento Aos Sofrimentos no Caps.
Rio de Janeiro
Práticas
Projeto João de Barro (Moradia Assistida)
Rio de Janeiro
Práticas
Matriciamento Judiciário: Articulação Setorial a Serviço da Eficiência
Rio de Janeiro
Práticas
da Medicalização À Vida no Território.
Rio de Janeiro