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Transpondo Barreiras no Atendimento de Saúde aos Migrantes em Maringá -Pr

em Maringá, foi percebido um aumento do fluxo de migrantes, mais notadamente no final de 2016 e início de 2017. as informações disponíveis nos órgãos públicos municipais, fazem referência à mudança do perfil dos mesmos, que anteriormente eram pessoas advindas de outras regiões do Brasil e atualmente são representados por um número expressivo de nigerianos e haitianos, muitos em situação de vulnerabilidade. A Secretaria de Saúde de Maringá, elaborou a partir da Política Municipal do Migrante, um Plano de Ações, a serem desenvolvidas no quadriênio de 2017-2020 incluindo ações no Plano Municipal de Saúde, como o cadastro dos migrantes atendidos nas Unidades Básicas de Saúde, a estratificação dessa população por faixa etária e condições clínicas, capacitação dos funcionários para atendimento ao migrante, presença de intérprete para facilitar a comunicação, inclusão dos migrantes nos Conselhos Locais de Saúde e elaboração de material multilíngue.

Transpor as barreiras no atendimento de saúde aos migrantes na Rede Pública Municipal de Saúde. ESPECÍFICOS: Garantir o acesso de saúde aos migrantes dentro das diretrizes do SUS Promover a compreensão das boas práticas de saúde e adesão aos cuidados Foi solicitado a cada Unidade de Saúde, que realizasse um cadastro de migrantes acompanhados, estratificando por faixa etária, por condições específicas tais quais, Gestante, Diabetes, Hipertensão, Alcoolismo e outros agravos. em contato com a Associação dos Estrangeiros Residentes em Maringá foi estabelecido uma parceria, em que foi disponibilizado um intérprete do idioma Crioulo, que passou a auxiliar nos atendimentos nas Unidades de Saúde de Maringá, mediante uma escala elaborada de acordo com as UBS que atendem o maior número de migrantes, facilitando dessa forma o acesso a informações e tratamentos de saúde.

Foi observado que há uma concentração de migrantes na região Norte da cidade. Quanto à faixa etária, 79% está na faixa de 18-59 anos, 13% são menores de 5 anos e 92% são haitianos, o que demonstrou a necessidade de estabelecer a parceria com a AERM integrando no atendimento nas Unidades Básicas de Saúde um intérprete haitiano auxiliando nos atendimentos, o que mostrou-se de extrema valia, transpondo a barreira linguística, além de permitir que o migrante seja visto como sujeito capaz de contribuir nas ações de saúde. Foi possível identificar a necessidade de promover capacitações na rede pública para o atendimento a esta população, sensibilizando os profissionais para questões de saúde específicas decorrentes dos fenômenos migratórios.A ocorrência de processos migratórios exige que as políticas públicas estejam atualizadas para atender de forma efetiva estas novas demandas. as diferenças culturais e de idioma, quando não consideradas, aumentam as barreiras e dificultam a efetividade das ações de saúde. A população em tela, é formada por grande maioria de adultos jovens, em idade reprodutiva, que buscam a cidade de Maringá, atraídos por emprego e boas oportunidades de vida.

Principal

Andréia Medeiros Pires Maruiti

andreiamaruiti@maringa.pr.gov.br

Coautores

Geison Schmidt Soares

A prática foi aplicada em

Maringá

Paraná

Sul

Instituição

Rua Quintino Bocaiuva, 1292 – Apartamento 204, Maringá - Pr

Uma organização do tipo

Instituição Privada

Foi cadastrada por

Jair Francisco Pestana Biatto

Conta vinculada

A prática foi cadastrada em

23 set 2023

e atualizada em

23 set 2023

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos

Palavras-chave

nenhuma

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