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Grupo de Dor Crônica e Exercícios Terapêuticos na Atenção Primária

Pelo menos 37% da população brasileira, ou 60 milhões de pessoas, relatam sentir dor de forma crônica, aquela que persiste por mais de três meses, de acordo com estudo feito pela Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED). Considerada como o principal motivo de consultas médicas trazendo graves limitações físicas, sofrimento e perdas econômicas, a dor tem causas multifatoriais, devido a isso não deve ser tratada de forma simplista apenas tentando descobrir sua causa por alguma estrutura lesada. o grupo de dor, iniciado em outubro de 2018 na UBS Estação com frequência semanal, foi idealizado para diminuir os pacientes na fila de espera do atendimento secundário de fisioterapia e diminuir a frequência de pacientes crônicos reincidentes neste serviço.

Objetivo Geral Trabalhar a educação em dor em pacientes com dor crônica. Objetivos Específicos Orientar sobre educação em dor no ambiente de saúde pública. Diminuir a demanda do serviço de fisioterapia. Ensinar técnicas para controle da dor através o grupo é formado através de encaminhamentos de profissionais de saúde e por demanda espontânea de pessoas com dor persistente por mais de 3 meses. No início do grupo é realizado a escala visual analógica EVA para avaliar a dor dos participantes. as reuniões têm a duração de 50 minutos. as reuniões são divididas em Educação em dor, exercícios terapêuticos, meditação (atenção plena), e Hipnoterapia para dor. No total são realizados 10 encontros e ao final é realizado novamente a escala visual analógica de dor. De acordo com resultado da EVA o paciente recebe a alta e é encaminhado para o grupo de atividades físicas.

Segundo observação direta e resultado da Escala EVA, os pacientes relataram que após o aprendizado no grupo conseguem manejar a dor de forma mais efetiva diminuindo o número de forma considerável na EVA. Durante a experiência do grupo foi relatado diminuição na dor e a melhor qualidade de vida por se tratar de um grupo multidisciplinar os pacientes ao final encaminhados para o grupo de atividade física com a apoio de psicólogo, nutricionista, farmacêutico, assistente social e profissional de educação física, assim dando continuidade ao tratamento para dor crônica.Após 10 reuniões no grupo de dor, através da observação direta e o resultado no EVA constata-se que terapias alternativas a medicação como educação em dor, exercícios terapêuticos, atenção plena (meditação) e técnicas de hipnoterapia diminuem a dor crônica melhorando a qualidade de vida dos participantes na atenção primaria.

Principal

Thiago Badaró Campos Moreira

Thiagobcmoreira@gmail.com

Coautores

Alynne Fátima Medeiros, Dulce Aparecida De Andrade, Janaína Becari Moreira, Evelin Lima De Bem Nunes Silva, Anelise Flaviane De Souza

A prática foi aplicada em

Carandaí

Minas Gerais

Sudeste

Instituição

Rua Joaquim Dutra 102

Uma organização do tipo

Instituição Privada

Foi cadastrada por

Denilson Hermes Da Cunha

Conta vinculada

A prática foi cadastrada em

23 set 2023

e atualizada em

23 set 2023

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos

Palavras-chave

nenhuma

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