CRAS e UBS aliados para o enfrentamento das desigualdades sociais e violações de direitos básicos em saúde e assistência social.

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Daryanne Bomfim de Jesus Rodrigues

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Daryanne Bomfim de Jesus Rodrigues

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A matriz intersetorial das equipes referenciadas neste formulário, foi construída com apoio do Programa Ciclo Saúde Proteção Social, uma iniciativa da Fundação Vale e do CEDAPS, no âmbito do Programa Juntos pela Saúde (BNDES e IDIS), em implementação no período de 2022 a 2026. A referida ferramenta de planejamento buscou promover maior adesão das famílias do território de abrangência das unidades, aos serviços básicos de assistência social e saúde, bem como, elaborar formas de enfrentamentos integradas às situações de desproteção social presente no território de abrangência. Nessa direção um dos primeiros quadros de planejamento estimou a realização de roda de conversa, caminhada em alusão ao Maio Laranja e mobilizações comunitárias mais amplas. Além disso, também foi pensado a realização de uma ação sobre a temática de Saúde do Homem, sendo umas das ações mais complexas que envolvem quebras de tabus . Como registro de uma das ações mais recentes, destaca-se a que foi realizada em maio de 2026, com foco na discussão da proteção social de crianças e adolescentes e do enfrentamento ás situações de violência sexual e intrafamiliar. A ação em questão contou com a presença de 100 pessoas e também com a parceria da educação na integração da rede promovida pela saúde e assistência. A experiência demonstrou a relevância da integração entre UBS e CRAS na promoção do cuidado integral, da prevenção e da proteção social no território.
#saudeprotecaosocial
#articulacaoSUS-SUAS
#interSUS-SUAS

A experiência intersetorial desenvolvida por meio da matriz, teve como ponto de partida entender que CRAS e UBS lidam com diferentes dimensões do mesmo público inserido em uma mesma realidade social. Enquanto o SUS atua na promoção, prevenção e cuidado em saúde. O SUAS atua na proteção social, garantia de direitos e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Nesse sentido, as duas redes acompanham públicos com necessidades que se conectam. Exigindo desta forma, atuação conjunta e diálogo consolidado. Observou-se nesse sentido, que a intersetorialidade na prática oferece desafios que podem ser enfrentados com planejamento, diálogo e conhecimento apurado do território.

Entre os principais resultados observados nesta experiência intersetorial, destacam-se a aproximação entre as equipes, o compartilhamento das informações, a construção de fluxos de encaminhamentos, o acompanhamento conjunto das famílias em situação de vulnerabilidade social, a constância das discussões de casos, ações conjuntas voltadas às necessidades das famílias acompanhadas pelas duas redes. Além disso, também foi observado que a aproximação se tornou perene e por consequência fortalecida. Houve também a qualificação dos atendimentos e a ampliação da partilha de responsabilidades entre os serviços acarretando em maior resolutividade das demandas sociais e de saúde.

Para reprodução de práticas semelhantes destaca-se que as equipes devem compreender que nenhum serviço consegue responder sozinho às demandas da população e que o trabalho coletivo, respeito entre os profissionais e a construção coletiva das ações melhoram o atendimento ofertado no cuidado às famílias. É necessário aproximar e garantir a manutenção da aproximação, comunicação e interação.

autor Principal

Daryanne Bomfim de Jesus Rodrigues

dary_gg@hotmail.com

Enfermeira

Coautores

Daryanne Bomfim, Mayara C L Silva, Jaciara Salgueiro Ribeiro, Jhennifer T. Furtado, Valéria Rodrigues, Igor Chagas, Eliciete Sousa, Adriana de Sousa Costa, Aurenivia de Alencar de Sousa, Clemilda Pereira de Carvalho, Darlete Rodrigues Almeida, Eroneuza de Oliveira Lira, Francisca Alves do Nascimento, Ivone da Silva Cabral, Josenildo Ferreira Sousa, Maria, Aparecida de Souza Penha, Maria Aurinete Brito Mendes, Maria de Fátima Sousa, Maria do Socorro Vieira Silva, Seliane Sousa Rangel, Kamilly Oliveira, Julivan Oliveira Sousa, Angela Maria Silva Alencar, Cleude da Conceição S. Bastos, Edilene Alves Brasil, Marlene Amorim Menezes, Maria do Espírito Santo, Maria Fialho de Sousa, Adriana Almada de Sousa, Andreia Almada de Sousa, Ana Maria Rodrigues Silva, Geisa Galvão Teixeira, Leonan da Silva do Carmo, Lucilene Ferreira Pereira, Milene Rodrigues Teixeira , Francisca, Gabriele de Sousa Lima, Maria Freitas e Francisco de Jesus Carvalho.

A prática foi aplicada em

Santa Luzia

Maranhão

Nordeste

Esta prática está vinculada a

Av. Newton Bello, 431 - Centro, Santa Luzia - MA, 65390-000, Brasil

Uma organização do tipo

Instituição Pública

Foi cadastrada por

Daryanne Bomfim de Jesus Rodrigues

Conta vinculada

30 maio 2026

CADASTRO

30 maio 2026

ATUALIZAÇÃO

inicio

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Condição da prática

Andamento

Situação da Prática

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