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Integração de Ações de Monitoramento Entre Vigilância em Saúde e Atenção Primária no Município de São Joaquim de Bicas: em Busca Das Altas Coberturas Vacinais

Categoria não especificada

O município de São Joaquim de Bicas está localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, Microrregião de Betim. O município possui algumas particularidades em relação a outros municípios, principalmente em relação ao cuidado e políticas de equidade. Pois abarca no território 3 unidades do sistema prisional, com uma média de população privada de liberdade e trabalhadores desse sistema em torno 5000 pessoas, também possui 2 aldeias indígenas e 1 acampamento do Movimento dos trabalhadores sem Terra (MST). A que considerar ainda que muitas residências estão em local de difícil acesso, principalmente em períodos de chuvas. Em busca de uma melhora das coberturas vacinais, encontros entre os gestores da saúde foram realizados para o levantamento de problemas e o planejamento de ações: • Número insuficiente de técnicos das unidades de atenção primária à saúde, foram contratados pela gestão técnicos de enfermagem para diminuir a sobrecarga da enfermagem e ampliar a oferta do serviço de imunização em cada unidade de saúde; • Aquisição de um veículo adaptado para realizar a vacinação em locais alternativos as salas convencionais de vacinação (Vacimóvel); • Treinamentos periódicos para a equipe de imunização; • Divulgação em redes sociais oficiais sobre a importância da vacinação; • Parceria com a secretaria de educação, na vacinação em escolas; • Monitoramento periódico do registro de vacinação das crianças menores de dois e realização de busca ativa destas crianças. A integração da vigilância em saúde com a APS é a principal estratégia para o sucesso do alcance das coberturas vacinais satisfatórias. Nenhuma ação envolvendo imunização será bem sucedida sem essa parceria. No município, podemos destacar o monitoramento dos menores de 2 anos sobre o registro vacinal de acordo com o Programa Nacional de Imunização que é realizado em parceria entre os setores de vigilância em saúde e atenção primária. Uma servidora da vigilância em saúde, utilizando acesso ao E-SUS e o drive do Google, registra todas as crianças cadastradas menores de 2 anos em cada equipe de saúde, após esse registro realiza uma consulta das vacinas que essa criança recebeu de acordo com a faixa etária. Nesta planilha que fica disponível para todos os servidores que atuam com o serviço de imunização em cadastro realizado previamente, é observado as crianças que estão com vacinas adequadas e realizado busca ativa das mesmas. A realização de busca ativa acontece de duas formas, através do Agente comunitário de saúde que informa o responsável da criança sobre a necessidade procurar o serviço de imunização para regularizar a vacinação das crianças ou pela vacinação domiciliar. Todas as ações realizadas no município buscam a melhoria das coberturas vacinais. O monitoramento de crianças faltosas e sua busca ativa, que muitas vezes acontece de forma domiciliar, trouxe uma melhoria das coberturas vacinais em 2022, quando comparado com o ano anterior. Essa ação tenta minimizar as barreiras de acesso, que foi citada na pesquisa Nacional de Sobre Cobertura Vacinal.

A partir dos resultados da Pesquisa ImunizaSUS e da reflexão sobre os problemas e desafios das ações de imunização, identificar e apontar os mais relevantes para o aumento das coberturas vacinais no município ou região de saúde. Em busca de uma melhora das coberturas vacinais, encontros entre os gestores da saúde foram realizados para o planejamento de ações diante dos possíveis problemas que o município apresentava no processo de imunização, conforme descrito abaixo: • Número insuficiente de técnicos de enfermagem das unidades de atenção primária à saúde com sobrecarga de serviços para estes profissionais; • Difícil acesso a determinados grupos de pessoas devido ao deslocamento e horário de funcionamento das salas de vacinas; • Falta de capacitação dos profissionais da imunização; • Baixo alcance de divulgação das informações sobre vacinação.

Em busca de uma melhora das coberturas vacinais, encontros entre os gestores da saúde foram realizados para o levantamento de problemas e o planejamento de ações: • Número insuficiente de técnicos das unidades de atenção primária à saúde, foram contratados pela gestão técnicos de enfermagem para diminuir a sobrecarga da enfermagem e ampliar a oferta do serviço de imunização em cada unidade de saúde; • Aquisição de um veículo adaptado para realizar a vacinação em locais alternativos as salas convencionais de vacinação (Vacimóvel); • Treinamentos periódicos para a equipe de imunização; • Divulgação em redes sociais oficiais sobre a importância da vacinação; • Parceria com a secretaria de educação, na vacina em escolas; • Monitoramento periódico do registro de vacinação das crianças menores de dois e realização de busca ativa destas crianças. A integração da vigilância em saúde com a APS é a principal estratégia para o sucesso do alcance das coberturas vacinais satisfatórias. Nenhuma ação envolvendo imunização será bem sucedida sem essa parceria. No município, podemos destacar o monitoramento dos menores de 2 anos sobre o registro vacinal de acordo com o Programa Nacional de Imunização que é realizado em parceria entre os setores de vigilância em saúde e atenção primária. Uma servidora da vigilância em saúde, utilizando acesso ao E-SUS e o drive do Google, registra todas as crianças cadastradas menores de 2 anos em cada equipe de saúde, após esse registro realiza uma consulta das vacinas que essa criança recebeu de acordo com a faixa etária. Nesta planilha que fica disponível para todos os servidores que atuam com o serviço de imunização em cadastro realizado previamente, é observado as crianças que estão com vacinas adequadas e realizado busca ativa das mesmas. A realização de busca ativa acontece de duas formas, através do Agente comunitário de saúde que informa o responsável da criança sobre a necessidade procurar o serviço de imunização para regularizar a vacinação das crianças ou pela vacinação domiciliar. Essa estratégia iniciou-se no segundo semestre de 2022 e já mostrou de aumento de cobertura vacinal em menores de 2 anos, quando comparado com o ano de 2021, conforme pode ser observado na Tabela 1, em anexo.

Todas as ações realizadas no município buscam a melhoria das coberturas vacinais. O monitoramento de crianças faltosas e sua busca ativa, que muitas vezes acontece de forma domiciliar, trouxe uma melhoria das coberturas vacinais em 2022, quando comparado com o ano anterior. Essa ação tenta minimizar as barreiras de acesso, que foi citada na pesquisa Nacional de Sobre Cobertura Vacinal.

Principal

KEILLA ELENKEN HENRIQUES REZENDE

Coautores

Marina Aparecida Américo, Gabriela Mendes Reis

A prática foi aplicada em

Região

Instituição

Endereço

Uma organização do tipo

Instituição Privada

Foi cadastrada por

Conta vinculada

ideiasus@gmail.com

A prática foi cadastrada em

23 dez 2023

e atualizada em

23 dez 2023

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

Arquivos

Palavras-chave

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