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Shantala: foco nas evidências científicas para a saúde da criança

A massagem é uma das formas de tratamento de crianças mais antigas na área da pediatria, que remetem a civilizações milenares, como a indiana, a chinesa e a egípcia, voltada para a promoção da saúde através do toque, de fricções e movimentos. Ela ganha destaque no continente europeu no século XIX, com os missionários franceses, ao regressarem da China, o que influenciou, inclusive, nomes dados a várias técnicas, tais como tapotement (popularmente conhecida como tapotagem) entre outras (1). É impulsionada anteriormente, na Europa, pelos gregos e romanos, que através da ginástica grega, viam na massagem em crianças uma forma de manter o bem-estar físico e mental.

O nome Shantala, por sua vez, técnica de massagem em crianças de tradição indiana – que por lá é denominada Abhyanga –, é dado pelo médico ginecologista e obstetra francês Frédérick Leboyer. Esta terapia consiste em uma massagem milenar do Sul da Índia, descoberta quando Leboyer, de passagem pela Índia, se deparou com a cena de uma mulher paraplégica massageando seu bebê, na cidade de Calcutá. O nome Shantala é uma homenagem do médico a esta mãe, que regressa ao ocidente em 1970.

A terapia, baseada em massagens no corpo do bebê e da criança, é realizada em geral pelas mães, cuidadores ou profissionais de saúde, em sua maioria da enfermagem e da fisioterapia, promovendo desde benefícios a curto prazo, como analgesia, alívio de cólicas e melhora do sono, a efeitos positivo em médio e longo prazos, como ganho de peso, promoção de confiança, relaxamento, capacidade de cooperação e vínculo afetivo entre pais e filhos (2).

Este recurso terapêutico é reconhecido mundial e nacionalmente, estando entre as modalidades terapêuticas da Medicina Tradicional, Complementar e Integrativa (MTCI) da Organização Mundial da Saúde (OMS), e no rol das 29 Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) que integram a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) do Ministério da Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), que neste ano de 2021 completou 15 anos.

Evidências Científicas sobre a Shantala

A revisão científica sobre a massagem terapêutica em ambiente de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), conduzida em 2014, no Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, unidade especializada da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, confirma os efeitos positivos da Shantala no crescimento de prematuros, principalmente no que diz respeito ao ganho de peso e ao aumento da atividade vagal e da atividade comportamental de recém nascidos internados (3).

Em 2015, um levantamento de metanálise demonstrou que a massagem pediátrica, a exemplo da Shantala, pode ajudar no desenvolvimento do sistema nervoso central, na modulação neuroendócrina necessária para o crescimento, para a edução do estresse e a absorção de nutrientes, particularmente equilibrando a insulina, a gastrina e o cortisol. Esta pesquisa, que incluiu 34 estudos, apresentou resultados promissores com a aplicação de técnicas de massagens em bebês internados com relação ao ganho de peso (4).

Pesquisadora do trabalho científico Mapa de Evidências Clínicas da Shantala (5), realizado em 2019 pelo Consórcio Acadêmico Brasileiro de Saúde Integrativa (CABSIN) e o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde (Bireme/Opas/OMS), como parte de uma série de levantamentos de revisões sistemáticas sobre a aplicação clínica das PICS, a médica neonatologista Priscila Duprat explica que esta massagem terapêutica, além de favorecer os vínculos e trazer relaxamento tanto para quem recebe quanto para quem aplica, promove especialmente a melhoria de distúrbios comuns na infância. “A Shantala, em suma, ajuda na redução de cólicas do lactente, principalmente quando as massagens se concentram no abdômen, promove o estímulo tato sinestésico, auxilia o desenvolvimento motor e o sono da criança, melhora a imunidade e o ganho de peso”, elenca alguns benefícios.

Segundo a médica, para os bebês internados, em especial os prematuros, as vantagens são inúmeras. As pesquisas científicas identificadas pelo Mapa de Evidências da Shantala (5) confirmam que a técnica de massagem terapêutica em bebês reduz o tempo de internação e, consequentemente, incidência de infecções, diminui o tempo de alimentação parenteral (pela veia), contribuindo, também, na prevenção de processos infecciosos, e das complicações comuns da prematuridade, como a icterícia e outras doenças crônicas, como a broncodisplasia pulmonar, decorrentes da internação prolongada. A massagem terapêutica, conforme a especialista, que refere ainda os benefícios da prática no cotidiano do seu consultório, melhora o estado de vigília e o sono do bebê prematuro, promove ganho de peso, uma vez que ajuda o bebê na aceitação da dieta, ajuda no desenvolvimento psicomotor e atua sobre a irritabilidade e a resposta a momentos dolorosos, por conta dos procedimentos clínicos a que os prematuros são submetidos.

Com base em seu trabalho de conclusão da pós-graduação do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, sob o título ‘Neonatologia e práticas integrativas e complementares: revisão e intervenção’, defendido em 2019, Duprat informa que os recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) passam por uma média de 134 procedimentos dolorosos nas duas primeiras semanas de vida.

“Algumas crianças podem experimentar mais de três mil procedimentos dolorosos durante todo o período de internação em uma UTIN”, realça.

Ela detalha: “Métodos analgésicos não farmacológicos com eficácia comprovada, a exemplo da shantala, são os mais indicados para atenuar as dores dos prematuros, pois ativam o que chamamos de ‘mecanismo de controle do portão’, que impede a sensação de dor de viajar para o sistema nervoso central, além de não causarem efeitos adversos incômodos, como sonolência e depressão respiratória, como assim fazem os opióides”.

Em outra revisão científica, de 2018, sobre os efeitos da massagem terapêutica em bebês recém-nascidos prematuros, incluindo estudos com diferentes tipos de massagens, além dos benefícios já descritos, como ganho de peso e diminuição de dor, cólicas e cortisol, foi relatado redução do risco de infecção. O ganho de peso foi relacionado ao aumento da atividade vagal, ao aumento da motilidade gástrica com menor frequência de vômitos e distensão abdominal. As mães também experimentaram benefícios, com destaque para a redução da depressão, ansiedade e distúrbios do sono depois de massagearem seus bebês (6).

Na mesma direção, a revisão científica de 2020, com 15 ensaios clínicos que avaliou a eficácia da shantala em recém-nascidos prematuros com baixo peso, confirmou que a massagem terapêutica melhora diariamente o ganho de peso (7).

Por sua vez, a investigação científica sobre a aplicação da Shantala, realizada em 2020, verificou melhorias no desenvolvimento motor de crianças com histórico clínico de deficiência, bem como da função intestinal e dos sinais vitais, como frequências cardíaca e respiratória. De maneira geral, as terminações nervosas presentes no tecido cutâneo, ao receberem os toques da Shantala, ativam a liberação de neuro-hormônios, como endorfinas, que exercem efeitos de relaxamento e bem-estar ao organismo como um todo, o que leva, subsequentemente, à redução dos níveis séricos de cortisol e sensação de segurança e afeto (8).

Uma metanálise de 2018, incluindo 26 revisões sistemáticas e 2.644 crianças, conduzida para avaliar a eficácia da massagem pediátrica isolada ou combinada com outras abordagens não farmacológicas para o tratamento de diarreia aguda, mostrou que a massagem pediátrica foi significativamente melhor do que a farmacoterapia no tratamento da diarreia aguda em crianças em termos de tempo de cura e efetividade clínica. A pesquisa alerta, no entanto, que são necessários mais ensaios aleatórios e controlados bem projetados para avaliar melhor a eficácia da massagem pediátrica na diarreia aguda (9).

Shantala: evidências em autismo e asma

A revisão sistemática de 2015 já havia comprovado que as intervenções de base tátil, como a Shantala, foram as mais promissoras na redução de problemas comportamentais (10). Conforme a revisão, que inclui somente artigos com alto nível de evidência sobre a eficácia de técnicas sensoriais específicas para melhorar a participação de crianças com dificuldades de integração sensorial, há fortes evidências de eficácia da massagem para crianças pequenas com autismo. Um programa diário de 15 minutos de massagem, realizado pelos pais das crianças de 2 a 7 anos com autismo, sob a orientação de um terapeuta ocupacional treinado, levou a melhorias no comportamento, nas anormalidades táteis e no estresse parental (11).

Ao avaliar o efeito clínico da massagem pediátrica na asma crônica persistente em crianças, uma revisão sistemática de 18 ensaios clínicos randomizados mostrou que a shantala ajudou na função pulmonar, na redução dos ataques de asma e nas infecções do trato respiratório superior (12). Outra pesquisa, incluindo 14 revisões sistemáticas, encontrou uma melhor eficácia do tratamento de asma quando este era associado à massagem terapêutica: melhora os parâmetros de função pulmonar das grandes vias aéreas, incluindo redução de concentrações plasmáticas de marcadores biológicos e fisiológicos da asma (13).

Da atenção primária à alta complexidade

A Shantala pode ser iniciada assim que a pele do bebê permite. Ela é aplicada e ensinada aos pais e cuidadores pelos profissionais da unidade de saúde – em geral, por enfermeiros e fisioterapeutas, tanto na atenção primária à saúde quanto na terciária, a exemplo das unidades de terapia intensiva neonatais. “A técnica de massagem pode ser aplicada por qualquer pessoa que receba treinamento, tanto extra quanto intra-hospitalar”, garante Duprat, que diz ser uma prática simples de ser compreendida. Com duração média de 20 a 30 minutos, a Shantala consiste em 19 movimentos realizados pelo massageador em todo o corpo do bebê, incluindo amassamentos e mobilizações articulares.

Em Uberaba, Minas Gerais (MG), a massagem terapêutica em bebês e crianças ganha destaque com o projeto de extensão ‘Massagem Shantala nos Centros de Referência em Assistência Social (CRAs) e Creches Municipais (CEMEIs), sob a coordenação do professor Nuno Miguel Oliveira, do Departamento de Fisioterapia Aplicada da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). O trabalho, inaugurado em 2009 e renovado anualmente, envolve discentes dos cursos de enfermagem, fisioterapia, medicina, psicologia e terapia ocupacional da UFTM.

O projeto, que já beneficiou mais de 400 pessoas, é desenvolvido nos centros de assistência social e creches municipais de Uberaba, no Ambulatório de Pediatria do Hospital de Clínicas da UFTM, no Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher (CAISM) e em diversas Ligas Estudantis voltadas para áreas de Pediatria, Obstetrícia e Humanização da UFTM. Ele foi idealizado a partir da identificação da necessidade de uma articulação entre teoria e prática de sala de aula, buscando trazer a prática integrativa e complementar em saúde na promoção da saúde da criança para a rede municipal de Uberaba e permitindo aos alunos dos cursos de graduação da universidade uma atividade extensionista, em comunicação plena com a comunidade.

“O objetivo é desenvolver ações de orientação e educação em saúde voltadas aos participantes do projeto Shantala. Nosso público-alvo são mães, gestantes, puérperas, pais, cuidadores, professores e interessados em disseminar os conhecimentos da prática, visando uma maior integração afetiva, física e emocional com as crianças”, explica o coordenador.

Na análise de Oliveira, além de ser um sinal de afeto e tranquilizador, aumentando o vínculo entre o massageador e o massageado, a Shantala estimula o desenvolvimento do bebê proporcionando vários benefícios como ganho de peso de prematuros, na melhora do sono e redução da dor relacionada à dentição e a cólicas. Ele lembra que a primeira massagem oferecida ao bebê acontece ainda dentro da barriga da mãe, durante as contrações uterinas. Elas contribuem no desenvolvimento dos órgãos, do sistema nervoso, das articulações e dos músculos do bebê.

“Ao ser massageado, o bebê recorda sensações como a segurança e o prazer vividos dentro da barriga. O toque é o primeiro tipo de comunicação do bebê”, reforça. E acrescenta: “É uma ótima alternativa para bebês que não puderam ser amamentados no seio, pois a massagem possibilita que eles se sintam totalmente acolhidos. Mais que uma técnica de massagem, a Shantala é uma arte, um ato de amor”.

As atividades presenciais do projeto da UFTM foram suspensas com a Pandemia do Covid-19 (14). Para viabilizar, entretanto, a continuidade do trabalho, já reconhecido na região, foram propostas atividades a distância, entre elas proposição de dinâmicas para os pais, cuidadores e bebês, capacitação dos novos membros, por meio de vídeos e reuniões virtuais, adaptação dos questionários utilizados anteriormente, discussões de artigos relacionados ao tema e criação de uma página de divulgação em uma rede social para compartilhar assuntos pertinentes à Shantala no contexto atual.

“O desafio desta etapa do projeto, em um contexto pandêmico, foi dar conta de compartilhar remotamente conhecimentos que demandam toque e vínculo”, realça o professor. Ele afirma: “A criação de uma página em rede social para o Projeto Shantala foi a melhor solução, aproximando o público-alvo e interessados em geral, para disseminar informações baseadas em evidências científicas e, também, sanar as dúvidas das gestantes e puérperas acerca da mudança pela qual seus organismos estão passando e da Covid-19”.

No município do Rio de Janeiro, a Shantala faz parte do atendimento pré-natal das mulheres grávidas assistidas pelas clínicas da família, ou seja, pela Atenção Primária à Saúde. Cristina Barros, médica acupunturista e gerente das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde da Prefeitura do Rio de Janeiro, conta que os agentes comunitários de saúde, enfermeiros e médicos são os profissionais que, em geral, orientam as mulheres em seus últimos meses de gestação quanto à aplicação da massagem. As gestantes são orientadas em bonecos, para que possam iniciar a aplicação da prática terapêutica nos primeiros dias de vida de seus bebês. “A orientação segue até o primeiro mês de vida do bebê, em especial, quando a gestante retorna à clínica da família para sua primeira consulta após o parto”, detalha Cristina. Segundo ela, as avós, tias e irmãs também fazem parte desse processo de aprendizagem. “Pois muitas vezes essa criança fica sob os cuidados dessas pessoas, enquanto a mãe sai para trabalhar”, diz.

Cristina afirma que a Shantala não somente alivia as dores comuns em bebês, como a cólica, bem como relaxa as pessoas que realizam a massagem.

“As mães revelam que se sentem relaxadas com a prática. À medida que massageiam o bebê, as mães, tias ou avós também se sentem massageadas”, confirma. Os benefícios da shantala alcançam também as crianças mais velhas. Cristina diz que já ouviu vários relatos de crianças que depois que passaram a receber a massagem ficaram mais tranquilas e passaram a dormir melhor. Segundo ela, beneficia também os profissionais que ensinam. “Estes sentem-se mais úteis, recebem os agradecimentos das usuárias”, garante.

Autora: Katia Machado

Revisão científica: Ricardo Ghelman, Gelza Matos Nunes e Caio Portella

Texto publicado originalmente pelo Núcleo de Tradução do Conhecimento das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (NTC-PICS), no site do CABSIN.

Referências 

  1. Beck, M. Theory and practice of therapeutic massage. 3rd ed. New York:Milady’s.1999.
  2. Alto Comissariado da Saúde , Estratégias de Saúde em Portugal – Plano Nacional da Saúde 2004-2010. Consultado em Abril 2014; 
  3. Almeida, Adriana Prado de. A massagem terapêutica em ambiente de unidade de terapia intensiva neonatal: uma revisão integrativa. / Adriana Prado de Almeida. – Rio de Janeiro, 2014. 84f.: il. Dissertação (Mestrado em Pesquisa Aplicada à Saúde da Criança e da Mulher) – Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira, Rio de Janeiro, RJ, 2014.
  4. Badr, L. K., Abdallah, B., & Kahale, L. A meta-analysis of preterm infant massage: an ancient practice with contemporary applications. MCN: The American Journal of Maternal/Child Nursing 2015;40(6):344-358.
  5. Ghelman, Ricardo; Pereira, Priscilla Araújo Duprat de Britto. Mapa de evidências da efetividade clínica da prática de Shantala. 2020.
  6. Field, T. Infant massage therapy research review. Clinical Research in Pediatrics 2018:1(2):1-9.
  7. Lu, L. C., Lan, S. H., Hsieh, Y. P., Lin, L. Y., Chen, J. C., & Lan, S. J. (2020). Massage therapy for weight gain in preterm neonates: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Complementary therapies in clinical practice, 39, 101168.
  8. Ribeiro-Lima, T. V. Cavalcante, L. I. C. (2020). Shantala para promoção da saúde e conforto de bebês: revisão de literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde 2020;48:, e2375-e2375.
  9. Gao, L., Jia, C., & Huang, H. Paediatric massage for treatment of acute diarrhoea in children: a meta-analysis. BMC complementary and alternative medicine 2018;18(1): 1-11.
  10. Yunus, F. W., Liu, K. P., Bissett, M., & Penkala, S. Sensory-based intervention for children with behavioral problems: a systematic review. Journal of autism and developmental disorders 2015;45(11):3565-3579.
  11. Bodison, S. C., & Parham, L. D. Specific sensory techniques and sensory environmental modifications for children and youth with sensory integration difficulties: A systematic review. American Journal of Occupational Therapy 2018;72(1).
  12. Qian-Jun Y, Xiao-Zhen W, Shuang-Li R, Yan-Li W. Effect of pediatric massage in the treatment of chronic persistente asthma in children: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Journal of Hainan Medical University 2019; Vol.25(16):54-59
  13. Xu, X., Wang, H. Y., Zhang, Z. W., Han, H., & Wang, Y. Effect of massage therapy on pulmonary functions of pediatric asthma: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. European Journal of Integrative Medicine 2016;8(2):98-105.
  14. Giron, C. C., Leal, A. C. C., & Oliveira, N. M. L. Projeto Shantala em tempos de pandemia. RAÍZES E RUMOS 2020;8(2):201-209.

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