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Título: Sistêmica, Arte e Cuidado no SUS: Um Relato de Experiência das Práticas Integrativas e Complementares em Santa Cruz Cabrália (BA)
Subtítulo: A Influência do Projeto Saúde com Arte, da UFSB, na Construção de Oficinas Terapêuticas, Círculos Sistêmicos e Vivências Interculturais no Território de PICS
1. Introdução
O presente relato de experiência tem como objetivo documentar e refletir sobre o processo de construção de práticas integrativas e complementares de saúde (PICS) no município de Santa Cruz Cabrália, no extremo sul da Bahia, a partir da influência direta do projeto de extensão universitária “Saúde com Arte”, idealizado e conduzido pela professora Raquel Siqueira, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). O trabalho integra referenciais da saúde coletiva, arte-educação, espiritualidade, pensamento sistêmico e justiça restaurativa, configurando-se como uma experiência singular no contexto das políticas públicas de saúde.
O município de Santa Cruz Cabrália, com forte presença de comunidades tradicionais, saberes populares e uma rede crescente de cuidado psicossocial, foi solo fértil para o enraizamento de práticas que não apenas dialogam com os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) — universalidade, integralidade, equidade — como também os ampliam em direção a uma cultura de paz e reconciliação social.
A inserção das PICS no SUS, prevista pelas Políticas Nacionais de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e de Promoção da Saúde, ganhou corpo no território a partir da articulação entre serviços da Atenção Básica, o CEJUSC/Fórum, a Secretaria de Saúde, o Espaço Flor de Lótus, o Instituto Terra Máter e o Programa de Apoio e Promoção de Saúde Integral do NPICS Brasil.
Neste contexto, as vivências promovidas pelo projeto “Saúde com Arte” ofereceram não apenas métodos, mas uma epistemologia sensível e libertadora, que inspirou a criação dos círculos sistêmicos com arte, das oficinas terapêuticas intergeracionais, das rodas de cuidado, e das práticas de ChiKung, musicoterapia e pintura intuitiva, ativando a força da expressão simbólica, do rito e da escuta profunda como formas de cura.
Ao reunir referências do pensamento sistêmico (Bert Hellinger, Joan Garriga), da musicoterapia (Rolando Benenzon, Kenneth Bruscia), da terapia ocupacional (Lygia Viégas, Gustavo Barreto), do ChiKung (Mantak Chia, Roger Jahnke), das PICS no SUS (Charles Tesser, Adalberto Barreto), da educação popular (Paulo Freire) e da justiça restaurativa (Howard Zehr), o artigo busca demonstrar a potência transdisciplinar da experiência vivida em Cabrália como uma contribuição concreta para a consolidação de um SUS mais integral, amoroso e criativo.
Através deste texto, esperamos oferecer subsídios para a sistematização de metodologias que se sustentam na arte como linguagem de cuidado, na espiritualidade como força de pertencimento e no pensamento sistêmico como via de reconciliação entre indivíduo, família e comunidade.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A presente experiência se ancora nas transformações paradigmáticas que vêm moldando o cuidado em saúde nas últimas décadas, especialmente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Desde a institucionalização das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), em 2006, tem-se ampliado a compreensão da saúde como um processo complexo, multidimensional e subjetivo (BRASIL, 2006; BRASIL, 2018). Segundo Tesser e Barros (2008), as PICS representam uma ruptura com o modelo biomédico reducionista, promovendo um cuidado integral, relacional e centrado na pessoa.
Autores como Adalberto Barreto, idealizador da Terapia Comunitária Integrativa (TCI), defendem que o sofrimento humano precisa ser acolhido em sua totalidade, especialmente nos territórios marcados pela vulnerabilidade social. Barreto (2012) propõe uma escuta que valorize os saberes populares, a experiência e a ancestralidade, resgatando a autonomia dos sujeitos e o senso de pertencimento comunitário. Essa abordagem se articula com a proposta de Emerson Merhy (2014), que apresenta o cuidado como produção de vínculos e sentidos, priorizando as tecnologias leves e a clínica ampliada.
No campo da arte como forma de cuidado e transformação social, destaca-se a experiência da linha de pesquisa “Saúde com Arte” da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), coordenada pela professora Raquel Siqueira. A proposta dessa linha é transdisciplinar, tendo como fundamento o encontro entre arte, ciência, espiritualidade e cuidado, o que se manifesta nas rodas de diálogo, oficinas de expressão corporal, ChiKung, arte manual e performances poéticas realizadas em comunidades. Como afirma Siqueira (2021), “a saúde não é apenas ausência de doença, mas a capacidade de manter o espírito criativo, a escuta sensível e a abertura ao outro”. Suas práticas dialogam com o conceito de saúde ampliada e com a epistemologia do sul (SANTOS, 2010), valorizando o saber comunitário, os rituais e as expressões do corpo como caminho de cura.
Nesse contexto, as práticas musicais e artísticas ganham destaque como elementos terapêuticos centrais. A musicoterapia, por exemplo, é reconhecida como campo de intervenção que utiliza os elementos sonoros — ritmo, melodia, harmonia — para promover a integração psicofísica, emocional e social do sujeito (BRUSCIA, 2000). A prática coletiva de tambores, cantos circulares, danças e improvisações musicais, comuns nas rodas inspiradas por Siqueira, se aproximam da concepção de musicoterapia comunitária (STIGE, 2002), que rompe com a lógica individualista da clínica e valoriza o contexto relacional, intercultural e político do som como dispositivo de cuidado.
Do mesmo modo, as artes manuais (bordado, colagem, pintura) são abordadas à luz da terapia ocupacional como experiências de reconexão com o corpo, com o tempo lento, com a memória e com a espiritualidade (FONSECA, 2017). Como defendem Costa e Lopes (2020), o fazer manual é uma forma de corporeidade expressiva, que traduz histórias de vida, emoções e trajetórias subjetivas silenciadas pelo discurso biomédico. No campo internacional, Winnicott (1975) já afirmava que o gesto criativo, mesmo que simples, pode ser profundamente restaurador do sentimento de existir.
Essa proposta também dialoga com o pensamento sistêmico, cuja maior referência no campo terapêutico é Bert Hellinger, criador das Constelações Familiares Sistêmicas. Hellinger (2006) propõe que a saúde emocional e relacional depende da observância das “ordens do amor”: pertencimento, hierarquia e equilíbrio entre o dar e o receber. Essas ideias foram ampliadas por autores como Joan Garriga (2012), Jan Jacob Stam e Carola Castillo, que propõem uma escuta fenomenológica e restaurativa dos vínculos. No contexto brasileiro, a aplicação das constelações no sistema de justiça foi impulsionada por Kátia Lobo, Márcia Barbosa, e pelo juiz Sami Storch, e mais recentemente articulada com as PICS no SUS em iniciativas como a do CEJUSC Cabrália.
O uso do ChiKung, uma prática chinesa de movimentação energética e respiração consciente, aparece nas rodas da professora Raquel Siqueira como uma ponte entre o autocuidado corporal, a escuta interna e a expressão artística. Segundo Mantak Chia (2005), mestre contemporâneo do ChiKung, o cultivo da energia vital (Qi) favorece a circulação emocional e o equilíbrio entre mente, corpo e espírito. Essa abordagem dialoga com os princípios da medicina tradicional chinesa e encontra ressonância em autores como Capra (1996) e Maturana e Varela (2001), ao propor uma visão integrada do ser humano com a natureza e com os ciclos da vida.
Na interseção entre saúde, arte e justiça, destaca-se também a aplicação dos Círculos de Construção de Paz, oriundos da Justiça Restaurativa, como espaço de fala, escuta ativa e reconfiguração das relações sociais (ZEHR, 2015; PRANIS, 2010). No município de Santa Cruz Cabrália, esses círculos foram adaptados à lógica sistêmica e integrativa, com forte influência do “Saúde com Arte” e das práticas da Terapia Comunitária Integrativa, criando um ambiente ritualizado que favorece o pertencimento, a reconexão e o senso de comunidade.
Portanto, a fundamentação desta experiência está enraizada numa ecologia de saberes (SANTOS, 2010) que reconhece e integra as múltiplas dimensões da vida — corpo, alma, território, ancestralidade, espiritualidade — e que constrói pontes entre a ciência, a arte, o cuidado e a justiça.
METODOLOGIA
Este estudo configura-se como um relato de experiência com abordagem qualitativa, de natureza descritiva e analítica, fundamentado na vivência prática ocorrida no município de Santa Cruz Cabrália, extremo sul da Bahia, entre os anos de 2017 e 2024, com ênfase nos anos de 2021 a 2023, período em que as práticas integrativas e complementares em saúde (PICS) passaram a ser reconfiguradas a partir da influência direta da linha de pesquisa “Saúde com Arte”, da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em 2018 e 2019, coordenada pela professora Raquel Siqueira.
A experiência relatada foi vivenciada no contexto da atuação do Núcleo de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (NPICS Brasil) e do CEJUSC Cabrália, integrando ações em saúde pública, assistência social, educação popular, justiça restaurativa e arte. As práticas ocorreram em múltiplos espaços: Unidades da Atenção Básica, fórum de justiça, escolas, instituições de acolhimento de idosos, comunidades tradicionais, grupos terapêuticos e oficinas comunitárias.
Foram utilizadas estratégias metodológicas oriundas da pesquisa participante, do campo da extensão crítica (Germano, 2005), da fenomenologia hermenêutica e da educação popular em saúde (Freire, 2005; Barreto, 2012), priorizando o olhar experiencial do facilitador-pesquisador, a escuta sensível dos participantes, os registros de campo, os materiais produzidos nas oficinas (cartazes, músicas, bordados, desenhos, cartas, vídeos) e os relatos orais em rodas e círculos restaurativos.
RESULTADOS
A articulação entre as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), a arte comunitária, o pensamento sistêmico e a justiça restaurativa deu origem a um modelo singular de cuidado ampliado em Santa Cruz Cabrália. Os principais resultados podem ser descritos em cinco dimensões integradas:
1. Círculos Sistêmico-Artísticos: Inspirados nos Círculos de Construção de Paz da Justiça Restaurativa (Pranis, 2010), nos princípios da constelação familiar (Hellinger, 2006) e nas rodas de diálogo do projeto Saúde com Arte (Siqueira, 2021), foram criados espaços terapêuticos circulares com musicalidade ao vivo, respiração consciente, ChiKung, contação de histórias e produção artística (bordado, mandalas, pintura). Esses círculos promoveram forte engajamento afetivo e espiritual, e foram aplicados tanto em comunidades quanto no fórum da comarca.
2. Vivências de ChiKung e Teatro do Corpo: Oficinas corporais que integraram movimentos da medicina tradicional chinesa com técnicas de expressão corporal e teatro espontâneo. Inspiradas diretamente na prática circular da professora Raquel Siqueira, essas atividades despertaram relatos profundos de reconexão com o corpo, redução de sintomas ansiosos e fortalecimento da autoimagem.
3. Musicalização Terapêutica: A musicalidade foi central desde as primeiras oficinas, com uso de tambores, flautas, maracás, canto circular, improvisações, poesia falada e orações cantadas. A prática se inspirou e aproximou da musicoterapia comunitária (Stige, 2002) e permitiu que usuários do SUS, profissionais e participantes expressassem suas emoções, traumas e esperanças de forma segura e criativa.
4. Oficinas de Arte Manual e Identidade: Em parceria com o CAPS, CRAS e escolas públicas, foram promovidas oficinas de bordado terapêutico, colagem, criação de flores, cartas para os ancestrais, entre outras. Essas oficinas atuaram como dispositivo de reconstrução de narrativas subjetivas e fortalecimento do senso de pertencimento, especialmente entre mulheres, adolescentes e pessoas em sofrimento psíquico.
5. Cuidado dos Cuidadores com Arte e Sistêmica: Servidores da saúde, assistência social e educação foram incluídos em ciclos de autocuidado com práticas artísticas, integrativas e restaurativas. Essa frente resultou em relatos significativos de alívio de burnout, fortalecimento de vínculos entre equipes e redescoberta do prazer em servir.
DISCUSSÃO
Os resultados observados confirmam a potência da arte como linguagem terapêutica e restaurativa. A interseção entre as PICS, a justiça restaurativa e as práticas artísticas revelou-se eficaz para promover saúde emocional, reintegração social e mobilização de recursos internos e comunitários. Essa abordagem está em consonância com os princípios da Política Nacional de Humanização e com as diretrizes da PNPIC, ao valorizar a escuta, a singularidade, a integralidade e o protagonismo dos sujeitos no cuidado.
A experiência de Santa Cruz Cabrália ilustra, com potência, aquilo que Diego R. Leal define como “cuidado em espiral”: um cuidado que parte do corpo, atravessa a alma e retorna à coletividade através da arte, do símbolo e do gesto compartilhado. A musicalidade espontânea, a escuta circular, os rituais simbólicos e o fazer manual tornam-se vias de cura e transformação, aproximando o SUS de uma clínica transdisciplinar, decolonial e amorosa (SANTOS, 2010; Merhy, 2014).
A lógica sistêmica proposta por Hellinger e Garriga oferece à prática uma sustentação filosófica e fenomenológica. O uso de círculos restaurativos com elementos da constelação familiar mostrou-se inovador e profundamente humanizador, especialmente no enfrentamento da violência doméstica e no fortalecimento das redes de apoio locais.
Por fim, a integração do ChiKung, do teatro corporal, da musicoterapia comunitária e das artes manuais apresenta-se como um campo fértil de pesquisa e intervenção, ainda pouco explorado em políticas públicas. O que se construiu em Cabrália é, na prática, a realização da ecologia de saberes proposta por Boaventura de Sousa Santos (2010), com raízes na mística do território, nos saberes das mulheres e na escuta ritualizada dos sofrimentos sociais.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este relato de experiência demonstra que é possível articular, de forma concreta, os princípios do SUS, as PICS, a justiça restaurativa e a arte como caminhos de cura coletiva, cuidado integral e reconexão espiritual. A proposta metodológica inspirada na UFSB, especialmente na linha “Saúde com Arte” de Raquel Siqueira, revelou-se transformadora para usuários, profissionais e gestores.
O modelo vivenciado em Santa Cruz Cabrália pode servir de inspiração para outros territórios brasileiros que desejam inovar no cuidado em saúde pública, especialmente em contextos de alta vulnerabilidade. A escuta sensível, o cuidado com o cuidador, a arte como veículo de memória, a espiritualidade não institucionalizada e o acolhimento sistêmico devem ser reconhecidos como dispositivos legítimos e eficazes na construção de uma clínica do encontro.
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