Ambulatório de doenças falciformes e equipes capacitadas fortalecem a saúde da população negra em Magé (RJ)

Ana Karolina

No Brasil, 74,7% das internações por doença falciforme com registro de raça/cor correspondem a pessoas negras, segundo estudo da Cátedra Çarê-IEPS realizado em parceria com o Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS). Em vista desse cenário, o Ambulatório de Doenças Falciformes de Magé, no estado do Rio de Janeiro, capacitou suas equipes multiprofissionais e realizou uma busca ativa de pacientes, fazendo frente a uma doença que, segundo o levantamento, afeta de sobremaneira a população negra. 

Criado em 2018 pela Atenção Primária à Saúde de Magé, em diálogo com o Conselho de Igualdade Racial, o ambulatório conta atualmente com uma equipe ampliada, atendimento humanizado e acesso regular a medicamentos. O serviço consolidou-se como referência no cuidado às pessoas com doenças falciformes, fortalecendo, também, a promoção da saúde da população negra.

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Foto: Divulgação/O Dia

Por: Ana Karolina Carvalho (jornalista e bolsista IdeiaSUS Fiocruz)