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A Microrregulação como Estratégia de Qualificação do Acesso ao Serviço de Nutrição na Esf

“A experiência trata-se da implantação de um fluxograma de Nutrição, através da microrregulação, dentro da Estratégia da Saúde da Família (ESF), do Distrito Centro do Município de Porto Seguro. A Atenção Básica (AB) tem sido apontada como a principal estratégia de reorganização do sistema nacional de saúde e deve, por meio das ESFs, ser responsável pela ordenação e coordenação do cuidado, através das Redes de Atenção à Saúde (RAS). Assim como todos os profissionais do SUS, o NASF tem responsabilidade pela regulação do acesso– Microrregulação. Para isso, deve estabelecer estratégias que garanta uma maior resolutividade, como a criação de critérios e fluxos de encaminhamentos para outros pontos de atenção. Após análise das filas de espera e do percentual de absenteísmo nas consultas para Nutrição de cada ESF, foi possível diagnosticar um perfil do usuário, qualificar os encaminhamentos e elaborar estratégias para desenvolver ações que possam melhorar o acesso aos serviços ofertados

“Qualificar os encaminhamentos ao serviço especializado, para reduzir a demanda reprimida em Nutrição Criar fluxograma que direcione o atendimento de forma efetiva Melhorar o entendimento das atribuições dos Nutricionistas, por parte das equipes de s “Reuniões com atores da Rede Intersetorial, para elaboração do fluxograma e correções Coleta de dados e indicadores para explicação e aplicação do fluxograma em reuniões com as ESF Verificação da lista de pacientes na fila de espera de cada unidade e identificação dos mesmos (quem os encaminhou e qual o motivo) Busca ativa dos pacientes da lista de espera para microrregulação Realização de consultas coletivas para inserção dos usuários nos grupos terapêuticos das ESF Estratificação de risco para classificação dos usuários, dentro dos critérios do fluxograma. Realizar monitoramento e avaliação para efetivação do fluxograma e microrregulação dentro do território proposto.”

De 11 ESF, 6 iniciaram as triagens dos pacientes, interconsultas e Grupo de Doenças Crônicas. as 4 equipes que não possuíam fila de espera já estão realizando planejamento e buscando estratégias para se adaptarem ao processo de trabalho. em 1 ESF verificou-se que 41% dos encaminhamentos foram pacientes portadores de doenças crônicas e que portanto deveriam ser atendidos na própria unidade. Outro fator importante refere-se à quantidade de motivos não identificados (27%) realçando a conscientização de toda a equipe no processo de microrregulalação. A última avaliação realizada através do relatório de agendamentos conforme unidades de saúde – nutrição, de maio a outubro de 2018, verificou-se que houve redução de encaminhamentos no total geral.o que mais impactou foi o percentual de pacientes que não compareceram às consultas, fato que reforça a necessidade de se repensar na qualificação dos encaminhamentos. Foi observado em algumas equipes, resistência do médico, ora por achar que o fluxograma traria mais trabalho, ora por não entender que a microrregulação não tem como objetivo aumentar a demanda de consultas individuais, ao contrário disso, é um importante componente da coordenação do cuidado, que deveria ser entendida como uma t

Principal

Andréia Heliodoro Tupy

andreiaheliodoro@yahoo.com.br

Coautores

Rita De Cássia Santana Dos Santos

A prática foi aplicada em

Porto Seguro

Bahia

Nordeste

Instituição

Rua Paraná, 63 Apto 04 Alto Do Mundaí Porto Seguro - Ba

Uma organização do tipo

Instituição Privada

Foi cadastrada por

Kerrys Costa Ruas

Conta vinculada

contabilidadeprefeitura@hotmail.com

23 set 2023

e atualizada em

23 set 2023

Seu Período de Execução foi de

até

Condição da prática

Concluída

Situação da Prática

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